Salvem as peruas! - VW Golf Variant, mas pode chamar de Jetta

Achei que a versão perua do Golf ficaria reservada para Frankfurt, mas me enganei. Aí está o carro, que vai substituir a Jetta Variant atualmente vendida por aqui. É muito mais bonita que o modelo que vai embora, não é? Na Europa, ela terá motores a diesel e a gasolina, turbinados, que vão do 1.2 ao 2.0. Por aqui, se ela chegar (faça figas), virá com os mesmos motores do Jetta. Bom seria se, em vez do 2.0 flex, viesse um 1.4 turbo ou mesmo algum maior, mas a bom preço. Se ela chegar já está bom.









Fonte: Leftlane

Salvem as peruas! - Honda Civic Tourer

Mais uma para a série em defesa de carros familiares bons de dirigir. Essa é a versão perua do Civic. Poderia chegar ao Brasil, certo? Infelizmente, errado: note como a dianteira deste belo carro é diferenteo do do sedã vendido aqui. Ela é mais aparentada do modelo hatch, vendido apenas na Europa. A plataforma, em todo o caso, é a mesma. O problema é o investimento que o modelo exigiria para um bando de clientes que querem utilitários esportivos. Que pena...



Fonte: Burlappcars

Salvem as peruas! - Dacia Logan MCV

A segunda geração do Logan e do Sandero já está à venda na Europa. E, no salão de Genebra, que se aproxima, a Dacia mostrará dois modelos novos: o Duster reestilizado e a perua doLogan, chamada de MCV. Como a Renault brasileira é a Dacia, e a Renault já disse que não trará para cá a Lodgy, uma minivan, resta torcer para recebermos a versão perua, que o designer Theophilus Chin tentou antecipar abaixo. E o designer SVF fez a traseira. Merece ou não merece vir ao Brasil? Queremos carros familiares que sejam bons de dirigir!

Fonte: SFV e Theophilus Chin

Chevrolet Prisma parte de R$ 35 mil

Se o Chevrolet Onix terminou o mês de fevereiro em 5º lugar, atrás de Gol, Uno, Palio e HB20, pode-se esperar o mesmo fenômeno acontecendo com a segunda geração do Prisma, que chega derivado exatamente daquele hatch. Chega de se parecer com o Celta, carro que, aliás, o Onix deveria ter matado. Mas não matou porque um carro barato como o Celta ainda tem público. 

O Prisma chega em duas versões: LT e LTZ. A primeira pode ter motor 1.0 ou 1.4. Por R$ 34.990, vulgo R$ 35 mil, ele vem com direção hidráulica, sensor de estacionamento, rodas de aço aro 14, vidros elétricos dianteiros, travas elétricas nas quatro portas e 500 litros de porta-malas. O desenho, agradável, tende a transformá-lo em um modelo bom de vendas.

O LT 1.4, que sai a R$ 39.090, vem com rodas de aro 15, basicamente tudo que o diferencia visualmente do 1.0. Mas o motor 1.4 é a melhor escolha para o sedãzinho, que pesa apenas 12 kg a mais que o hatch.

Na versão LTZ, a mais completa, vendida a R$ 45.990, vulgo R$ 46 mil, ar-condicionado, rodas de liga-leve (de aro 15), vidros elétricos nas quatro portas, retrovisores elétricos e o sistema multimídia MyLink são itens de série.




Confira as linhas do carrinho. Ficou harmonioso. E deve vender um bocado.


O porta-malas é grande. Pena ter as dobradiças "pescoço de ganso e que a parte de cima e a de baixo da abertura são meio próximas.



Aquela tela ali no meio do painel é o MyLink. Agora, ele pode ter navegador, que tem de ser baixado no celular e vai custar cerca de R$ 120. O nome do aplicativo é BringGo. Se você já tem um Onix com o equipamento, terá de passar em qualquer revenda da Chevrolet para fazer uma atualização. E ela é de graça.


A posição de dirigir do Prisma, assim como a do Onix, é alta. Tem quem goste. O que é meio imperdoável é o carro não ter ganchos Isofix no banco traseiro, para prender cadeirinhas de criança. O Sonic, que usa a mesma plataforma do Prisma, a GSV, vem com o equipamento, que é considerado "dispensável no Brasil.







Veja mais fotos do carro abaixo:























Fonte
Fonte: GM



Genebra, o salão dos supercarros

O salão de Genebra de 2013 ficará conhecido como o berço de três supercarros. Cada um mais exclusivo que o outro. E o mais exclusivo deles parece já ter dado as caras.


Esse modelo seria o Lamborghini Veneno, criado para comemorar os 50 anos da marca italiana. Só três deles serão feitos, e já estão vendidos. A mecânica será a mesma do Aventador, mas o peso mais baixo permitirá uma velocidade máxima de 354 km/h. O preço? 3,6 milhões de euros, coisa pouco mais de R$ 7 milhões. Será o carro mais caro do mundo.

A outra o chamado projeto F150, a sucessora da Ferrari Enzo. E o nome escolhido para ela é... estranho. Eis a LaFerrari.


O novo supercarro, que tem motor V12 6.3 de 800 cv unido a um elétrico de mais 163 cv, é o primeiro híbrido Ferrari. O torque é de 900 Nm. Com isso, ele vai de 0 a 100 km/h em menos de 3 s. A velocidade máxima exata não foi revelada. A Ferrari só diz que ela está acima dos 350 km/h. A LaFerrai tem 4,70 m de comprimento, 1,99 m de largura, 1,12 m de altura e 2,65 m de entre-eixos. 59% do peso está atrás, para mais aderência no eixo motriz. Só 499 serão fabricadas, a 1,3 milhão de euro cada uma. Usada, ela vai custar bem mais.








Fonte: Autoblog.nl e Autocar