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Tata Nano tem 203 mil reservas confirmadas; 610 mil compram formulários

Depois de um bocado de especulação, a Tata divulgou o que aconteceu durante o processo de reserva do Nano, o carro mais barato do mundo. Mais de 203 mil clientes pagaram integralmente pelo privilégio de ser um dos primeiros 100 mil a ter um destes carrinhos na garagem. Estes 203 mil candidatos estão entre as mais de 610 mil pessoas que compraram os formulários de reserva. A diferença é que elas foram até o fim. Qualquer um destes números dá a ideia exata do tamanho da demanda pelo Nano.



De todas as reservas, 70% foram financiadas. Diante de um quadro assim, a expectativas poderia ser de que a maior parte das encomendas seria para a versão mais barata do Nano, a Standard. Ledo engano. A versão Standard teve apenas 20% de interessados. A CX, intermediária, não se saiu muito melhor: 30%. Foi a versão LX, a mais sofisticada, a que teve mais reservas, ou 50% delas.

As entregas do carrinho indiano começam, por lá, depois do sorteio eletrônico que escolherá, dentre os 203 mil interessados efetivos, os 100 mil primeiros donos do Nano. Esperado para 60 dias depois do encerramento do processo de reservas, ele deve acontecer em 25 de junho. As entregas devem se estender até o final de 2010.

Deliveries will start after the computerised random selection is performed, in June 25, and will go on until the end of 2010, when the Sanand factory is ready.

Nano will have three versions in India: Standard, CX and LX. Standard, as the name states, will be the entry-level version. It will cost, in Pant Nagar, 112,735 rupees, or US$ 2,232.38, or a little above 1 lakh, or 100,000 rupees, or US$ 1,980.20, as promised. According to Tata, the car will cost 1 lakh when it leaves the factory, what, in our opinion, is not of much help for the final consumer. Anyway, Nano is still very cheap. For this vehicle, reservation price is 95,000 rupees, or US$ 1,881.19.

O Nano terá três versões, na Índia: Standard, CX e LX. O Standard, como o nome diz, é a versão de entrada. Custará, em Pant Nagar, 112.735 rúpias, pouco mais do que as 100 mil rúpias, ou 1 lakh, pelas quais a Tata prometeu oferecer o modelo. Segundo a Tata, o carro custará 1 lakh para as concessionárias, o que, em nossa opinião, refresca pouco. De todo modo, o carro continuará baratíssimo. Para essa versão, o preço de reserva era de 95 mil rúpias, pouco mais de R$ 4.000.

O Nano Standard oferece três opções de cores, bancos em um tom, apenas, e assento traseiro rebatível. Aliás, todas as unidades do Nano terão 3,10 m de comprimento, 1,50 m de largura, 1,65 m de altura e entreeixos de 2,23 m, com um motor de dois cilindros traseiro, de 624 cm³, casado com um câmbio manual de quatro marchas.

O motor gera 35 cv a 5.250 rpm e 48 Nm a 3.000 rpm, o que ajuda o carrinho de 600 kg a atingir uma velocidade máxima de 105 km/h e emitir apenas 101 g/km de CO2, com um consumo de combustível de 23,6 km/l. Com seu tanque de 15 l, o Nano tem uma autonomia de 354 km. A suspensão é independente nas quatro rodas, com McPherson na dianteira e braços arrastados atrás. As semelhanças com motocicletas chegam aos pneus, que têm medidas diferentes na dianteira e na traseira: 135/70 R12 na frente e 155/65 R12 atrás. A medida mais robusta atrás deve se dever à tração, traseira.

Não há discos de freio no carro mais barato do mundo, só tambores em todas as quatro rodas. Tendo em vista o peso e a velocidade máxima, ambos bem baixos, isso não deve ser preocupante no trânsito pesado das cidades indianas, mas pode causar superaquecimento nas estradas. Pode ser essa a razão para o período curto de garantia do Nano: 18 meses ou 24 mil km, o que acontecer primeiro.

A versão intermediária do Nano, a CX, pesa 615 kg e oferece cinco opções de cores (três sólidas e duas metálicas), tampa do compartimento do porta-malas, ventilador, aquecedor e ar-condicionado, um sistema que, em inglês, é chamado de HVAC (heating, ventilation and air-conditioning), bancos em duas cores, um assento traseiro rebatível com descansa-braço e, surpresa, servo-freio. Em outras palavras, qualquer um que reclame sobre a falta de ABS deveria tentar parar o Nano Standard sem ficar com a perna doendo em pouco tempo. Os preços do CX variam de 139,78 mil rúpias, ou mais ou menos R$ 6.200, a 160,32 mil rúpias, R$ 7.000 e uns quebrados. O preço para reservar a versão foi de 120 mil rúpias, ou pouco menos de R$ 5.400.

O Nano topo de linha, chamado de LX, pesa 635 kg e traz tudo que o CX oferece mais bancos de tecido, trava elétrica, vidros dianteiros elétricos, partes externas do carro pintadas na cor da carroceria, três opções de cores, todas metálicas, faróis de neblina, hodômetro digital, porta-copos no console central, saída de 12V e spoiler traseiro. Os preços para a versão LX vão de 170.335 rúpias a 185.375 rúpias, entre de R$ 7.500 e R$ 8.300. O preço de reserva para ela era de 140 mil rúpias, cerca de R$ 6.200.




Fonte: Tata

Chrysler e Fiat se unem; Cledorvino Belini pode assumir nova empresa

A Fiat não está exatamente em uma posição confortável. Na verdade, poucas montadoras, se é que alguma, estão. É por isso que a maior parte delas estuda, secreta ou publicamente, se juntar a outras e unir forças. O próprio Sergio Marchionne, CEO mundial da Fiat, disse que nenhuma fábrica de carros conseguirá ter lucros com uma produção mundial inferior a 5,5 milhões ou 6 milhões de unidades. Para garantir volumes, a empresa quer se aproveitar de associações e uma oportunidade de ouro surgiu com a crise financeira mundial. A empresa italiana sempre quis participar do mercado norte-americano, ainda o maior do mundo. Que melhor oportunidade para isso haveria do que uma aliança com um fabricante dos EUA? Nenhuma que nos ocorra. E o tal fabricante é a Chrysler.



Estas empresas têm linhas de produtos complementares e a Fiat tem o tipo de tecnologia que interessa à Chrysler: como produzir carros pequenos, leves e econômicos. A Fiat também tem o cara certo para o serviço: Cledorvino Belini, CEO da Fiat no Brasil.



Belini conduz a Fiat desde 2004, ou seja, em cinco dos sete anos de liderança da empresa no mercado nacional. Além disso, é o primeiro brasileiro a presidir a unidade brasileira, o que mostra que ele já ajudava a preparar a liderança antes de cuidar pessoalmente dela. Agilidade em decisões e desenvolvimento de produtos, gerenciamento eficiente de fornecedores, carros que oferecem boa relação custo/benefício e uma produção enxuta são algumas das qualidades da marca por aqui. Como a Chrysler precisa de uma receita parecida para se recuperar, e Belini conta com a confiança de Marchionne, nós devemos ter muitas notícias a respeito dele nos próximos meses.

No que se refere exclusivamente à Fiat e à Chrysler, a imprensa vem se referindo a uma aliança entre as duas, mas o que se criou, a bem da verdade, é uma nova companhia para dirigir Chrysler, Dodge e Jeep. E ela ficará sob o comando da Fiat, já que Bob Nardelli e Tom LaSorda, que cuidavam dela, estão saindo de seus cargos. Nardelli será consultor da Cerberus, empresa que tinha ações da Chrysler e tentou reerguê-la sem sucesso depois de comprá-la da Daimler. LaSorda se aposentará.

A Chrysler não conseguiu evitar o Capítulo 11, que vem sendo chamado de falência, mas não é em nada diferente do que conhecemos por concordata. Alguns dos credores da empresa não aceitaram renegociar as dívidas, feitiço que virou contra o feiticeiro. Agora a empresa tem proteção legal e não terá mais de negociar nada, só dizer o que pode ou não fazer. Aos credores, caberá apenas aceitar.

Apesar de isso parecer interessante para a Chrysler, não é. O maior bem que a empresa tem, a confiança dos clientes, pode cair a níveis ameaçadores por medo, aí sim, de uma eventual falência. É por isso que Barack Obama em pessoa disse que os carros da Chrysler são garantidos pelo governo norte-americano.

A produção de carros da Chrysler nos EUA vai ser interrompida na segunda que vem, dia 4 de maio, e será retomada quando toda a reestruturação da Chrysler estiver pronta, o que deve levar até 60 dias. Uma parte importante dessa reestruturação, de todo modo, já foi divulgada: 55% da empresa será dos funcionários, reunidos por meio da Veba (Voluntary Employee Beneficiary Association), 10% do governo dos EUA e do Canadá e 20% da Fiat. Os outros 15% só irão para a marca italiana se ela cumprir três requisitos:

* 5% se ela conceder à Chrysler um carro que atinja 17 km/l, para ser feito nos EUA (o Fiat 500, já confirmado);
* 5% se ela levar aos EUA uma família de motores altamente eficientes (serão os motores FIRE, os mesmos usados pela Fiat no Brasil, no Mille e no Palio) e;
* 5% se ela vender os carros da Chrysler em outros mercados aos quais a marca norte-americana não tem acesso, ou tem acesso restrito.

Este é um passo de que a Fiat já está tomando conta. Unidades da picape Dodge Dakota foram flagradas em Betim pelo blog Autos Segredos. Como a Fiat não produz picapes, este é o produto certo para vender aqui no Brasil, desde que com o motor certo.

Se a Fiat conseguir reduzir as dívidas da Chrysler com o governo norte-americano para US$ 3 bilhões ou menos, ela poderá comprar mais 16% de ações da empresa de 1º de janeiro de 2013 a 30 de junho de 2016, o que deixará a empresa com 51% das ações com direito a voto da Chrysler. De todo modo, a Fiat ficará limitada a uma participação de 49% enquanto todas as dívidas com o governo dos EUA não tiverem sido pagas.

Além disso, todas as operações financeiras da Chrysler serão conduzidas pela GMAC (isso mesmo, GM), o que vai permitir que quem ainda tem emprego nos EUA financie seu modelo Chrysler, Dodge ou Jeep. Esperemos que Fiat e Chrysler, juntas, consigam não só manter o número de empregos atual, mas ampliá-lo.

Fonte: Chrysler

Tata Nano não será mais produzido em Singur

O Tata Nano, o carro mais barato do mundo, perdeu sua casa definitivamente. Depois de diversos protestos de produtores rurais contrários à implantação da fábrica em Singur, no Estado de Bengala do Oeste, na Índia, a Tata conversou com o governador e anunciou definitivamente sua decisão de abandonar a fábrica que já estava pronta para operar ali.



O informativo da imprensa a respeito da decisão mais se queixa de um dos políticos locais que fomentaram os protestos, Mamata Banerjee (nome adequado para boa parcela dos integrantes dessa "classe profissional"), deixando claro o retrocesso que isso representa para a região, do que aponta alternativas. Aliás, a chegada do Nano ao mercado soa completamente ameaçada. O novo local de produção ainda não foi divulgado. Se é que foi definido...









Fonte: Tata

Nomes Topic e Towner, "achinesados", voltam ao mercado com a CN Auto

Dois nomes que o mercado já conhece há anos voltaram. Topic e Towner, dois utilitários da Asia Motors, fizeram a alegria e a tristeza de muita gente que as usava para trabalhar e que acabou ficando na mão quando a fábrica na Coréia do Sul faliu. Os mesmos empresários que cuidavam daquela marca, agora sob o nome CN Auto, resolveram voltar a importar utilitários, uma idéia inteligente pela pouca concorrência que há neste segmento. E as escolhidas para assumir os antigos nomes foram a Jin Bei Haise e a Hafei Minyi, respectivamente.

A Jin Bei Haise, ou melhor, a CN Auto Topic tem 5,07 m de comprimento e capacidade para levar 13 passageiros. Com um motor de quatro cilindros e 2.237 cm³, movido a gasolina e a gás natural (com o kit já incluído), ela aposta em baixo custo de rodagem para atrair seus novos compradores. Além da versão para passageiros, há ainda o furgão.









Já na CN Auto Towner, menorzinha, com 3,93 m de comprimento, a capacidade máxima de passageiros é sete pessoas (incluindo motorista). Além da perua, há o furgão e uma picape, todos impulsionados por um motorzinho de 970 cm³, de quatro cilindros, que gera 48 cv. O site da empresa, www.cnauto.com.br, não informa o torque do novo veículo. Ao contrário da Topic, a Towner só roda com gasolina, o que não deve ser um problema, considerando as dimensões do motor.





Mais do que os utilitários, o ponto em que a CN Auto pode realmente surpreender é se resolver trazer ao Brasil os modelos da Brilliance. Isso só deve acontecer quando a venda das vans se consolidar e permitir uma operação mais ambiciosa. De todo modo, quando começar, a importação promete dar trabalho. Os Brilliance foram os primeiros chineses a ser vendidos na Europa e, como tal, os primeiros a atender à rigorosa legislação do Velho Continente. Não bastasse isso, os carros de passeio da marca também contam com o desenho de estúdios famosos, como ItalDesing, de Giugiaro, e Pininfarina. Vá olhando os modelos abaixo e já comece a se acostumar. Eles não devem demorar a chegar.








Fonte: CN Auto

GM comemora 100 anos; veja prováveis estrelas da festa

A GM comemora hoje 100 anos. Em meio à crise financeira e à perda de mercado, a empresa aposta em dois produtos para tentar voltar ao topo do mundo, o Chevrolet Volt e o Corvette Centennial Concept:





Com o Volt, a marca quer reinventar o mundo automotivo. Com o Centennial, mostrar que ela ainda é capaz de fazer carros de sonho. Acompanhe a cobertura desta grande festa por aqui.

Fonte: GM

Kia terá fábrica no Brasil; primeiro carro nacional será o Soul

Quando o novo Kia Soul foi apresentado oficialmente, arriscamos dizer que ele seria vendido no Brasil, mas erramos feio. A perspectiva atual para a minivanzinha é de produção nacional, na nova fábrica que o grupo Gandini pretende abrir em conjunto com a Kia Motors na cidade de Salto, no interior de São Paulo.



A fábrica, que depende da concessão de incentivos fiscais para ser implantada, deve começar a produzir em meados de 2010 em uma área de 51 mil m² que já foi adquirida. O plano inicial, de montar no Brasil uma planta para a produção do caminhãozinho Bongo, será passada ao Uruguai, onde o grupo Gandini assumiu o controle das operações de venda da Kia. Do país vizinho o Bongo poderá ser trazido ao Brasil por um valor mais baixo, conquistando uma boa fatia do crescente mercado de veículos comerciais leves no Brasil.







Fonte: WebMotors

Peugeot pode recriar marca Talbot para carros de baixo custo

Primeiro, a Renault comprou da Dacia, na Europa, para criar modelos de baixo custo. Depois foi a Fiat que adquiriu a Zastava, que fabricava o Yugo, para o mesmo objetivo. Quem parece agora querer adotar a mesma estratégia é a Peugeot, só que ela não precisa comprar marca nenhuma. Ela já tem em seu arquivo uma que deve calhar direitinho: a Talbot.



Criada em 1903 para vender carros franceses (Clément-Bayard) no Reino Unido, a empresa passou pela Simca, pela Chrysler e foi parar nas mãos da Peugeot em 1978, ficando em atividade até 1992. A idéia da Peugeot é voltar a usar o nome para vender carros mais simples e baratos sem comprometer sua própria imagem na empreitada.

No Brasil, onde a Peugeot ainda não é tão tradicional, um carro barato faria mais bem do que mal. É o que se nota com a Renault, que teve no Logan e no Sandero dois belos impulsos de vendas e de imagem. Afinal de contas, as empresas francesas lutam aqui no país para serem reconhecidas como nacionais, instaladas no Brasil e dignas da confiança do consumidor. Nada melhor para isso do que um modelo acessível, robusto e com custo baixo de manutenção.

Fonte: AutoCar

Fiat cria blog para apresentar o desenvolvimento do Linea

Pela primeira vez no Brasil uma montadora cria um espaço virtual para antecipar o lançamento de um novo veículo. Tudo bem que, em se tratando do Fiat Linea, flagrado diversas vezes em testes por aí, as surpresas devam ser muito poucas. A maior delas, com certeza, será a data de lançamento. A primeira aparição deve ser no Salão do Automóvel, mas a apresentação para a imprensa não acontece antes de novembro, pelo que se diz. Se é verdade ou não, poderemos ver no www.blogdolinea.com.br, que pretende mostrar o desenvolvimento do carro:



Isso é possível, no caso da Fiat, porque o Linea entra em um segmento que a marca não vinha explorando bem, o dos sedãs médios. O Marea, que ocupava este espaço, não dava mais conta do recado e já saiu de linha. Curioso é que o Linea não é exatamente um médio, já que deriva de um compacto premium, o Punto, mas terá um entreeixos que permitirá considerá-lo assim.

Com preços entre R$ 55 mil e R$ 60 mil, o novo carro terá os novos motores 1,9-litro de 130 cv e o 1,4-litro turbo de 155 cv. O novo sedã tem 2,60 m de entreeixos, 4,56 m de comprimento, 1,73 m de largura e 1,5 m de altura, com um porta-malas de 500 l. Isso, o blog da Fiat ainda não diz...



Lotus Hot Wheels? Devia era ser de verdade...

Dê uma boa olhada nas fotos abaixo e me diga: é ou não é um belíssimo carro? A bem da verdade, por mais que a estética o privilegie, não é. E não é que ele não seja bonito, mas não é um carro, pelo menos não um que interesse a quem gosta de dirigi-los e não só admirá-los. Pois essa obra de arte foi feita para a criançada, numa parceria entre a Lotus, que faz alguns dos melhores brinquedos de gente grande do mundo, e a Hot Wheels, que é popular entre a molecada.



Mostrado no ano passado, no SEMA Show, em Las Vegas, o carrinho bem que poderia dar pistas de estilo sobre o novo Lotus Eagle ou mesmo inspirar um modelo que pudesse ser dirigido, ainda que em série limitada. Como a marca britânica nunca esteve tão bem das rodas como agora, ela já pode se permitir ousar um pouco mais. Conhecimento para fazer carros gostosos de dirigir ela já tem. E não é pouco, não.

Fonte: Lotus