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Mitsubishi RVR, na Europa, vai se chamar ASX. E aqui?

No Japão, nós já mostramos a vocês, o crossover compacto da Mitsubishi vai se chamar RVR. Na Europa, onde ele será mostrado no Salão de Genebra, o carrinho, de cerca de 4,3 m de comprimento, com entre-eixos de 2,52 m, se chamará ASX. Resta saber com que nome ele vai desembarcar no Brasil. O mais provável é RVR, mesmo, já que ele é importado do Japão, mas vai que a Mitsubishi resolve crescer no Brasil e passa a fabricá-lo por aqui? Tem concorrente melhor para o Ford EcoSport na linha da marca?



A força do novo crossover virá de um motor de quatro cilindros e 1,8 litro, MIVEC, internamente conhecido como 4B10, com 1.798 cm³ e capaz de gerar 105 kW a 6.000 rpm e 177 Nm a 4.250 rpm. Não se fala em que rodas impulsionarão o RVR usará, mas é bem possível que o carro tenha tração integral permanente. Versões mais baratas poderão ter tração apenas na dianteira, para reduzir custos.



Fonte: Mitsubishi

Mitsubishi revela o verdadeiro nome do Concept cX: RVR

Quando a Mitsubishi revelou o Concept cX em 2007, no Salão de Genebra, havia no ar a certeza de que o carrinho seria fabricado em série. Dois anos depois, a empresa japonesa confirmou que o crossover sairá do forno, mas em uma carroceria diferente, mais próxima da de veículos de produção atualmente à venda, como você poderá ver abaixo, nas primeiras imagens oficiais do cX, ou melhor, do RVR, nome que o novo automóvel receberá no Japão, o primeiro lugar onde ele será colocado à venda. Exatamente três anos depois da primeira aparição do cX, ou seja, em março de 2010.



O RVR terá cerca de 4,3 m de comprimento e um entre-eixos de 2,52 m, o que o tornará o menor crossover da Mitsubishi, semelhante a Nissan Qashqai, Dacia Duster (futuro Renault brasileiro) e o veículo que será feito sobre a base do novo Ford Fiesta. Será o sucessor do EcoSport, provalvemente com o mesmo nome.

A força do novo crossover virá de um motor de quatro cilindros e 1,8 litro, MIVEC, internamente conhecido como 4B10, com 1.798 cm³ e capaz de gerar 105 kW a 6.000 rpm e 177 Nm a 4.250 rpm. Não se fala em que rodas impulsionarão o RVR usará, mas é bem possível que o carro tenha tração integral permanente. Versões mais baratas poderão ter tração apenas na dianteira, para reduzir custos. O RVR será vendido no mundo todo, possivelmente a partir do segundo semestre de 2010.



Fonte: Mitsubishi

Mitsubishi lança substituto do Pajero Sport, o Dakar, sem substituição

A Mitsubishi apresentou hoje no Brasil um utilitário esportivo que ela lançou oficialmente na Rússia há pouco mais de um ano. Trata-se da nova geração do Mitsubishi Pajero Sport. A questão é que, no Brasil, a nova geração do Pajero Sport não será sua nova geração, mas um modelo de preço superior, chamado de Pajero Dakar. Com início das vendas em agosto, ele chega ao Brasil importado da Tailândia por R$ 152,99 mil.



Com 4,70 m de comprimento, 1,82 m de largura, 1,80 m de altura e 2,80 m de entreeixos, o Pajero Dakar é construído sobre a base da picape L200 Triton. Como ela é feita no Brasil, isso facilitará a nacionalização deste novo utilitário. Isso permite que ele seja rapidamente nacionalizado, o que deve torná-lo mais barato (pelo menos para a Mitsubishi). Até o motor oferecido no utilitário é o mesmo: um quatro-cilindros a diesel de 3,2 litros, 165 cv a 3.800 rpm e 374 Nm a 2.000 rpm. No exterior, o carro tem outras opções, como um V6 3,5-litros e um 2,5-litros, ambos a gasolina. O V6 também é oferecido no Brasil, mas na picape Triton.

Em termos de habilidades no fora-de-estrada, o Dakar tem ângulo de ataque de 36º, ângulo de saída de 25º, ângulo de subida de 35º e inclinação lateral de até 45°. A suspensão é independente nas quatro rodas, mas os freios a disco, não. Atrás, o utilitário usa tambores. Mal negócio em um veículo tão caro. As rodas são de aro 17", com pneus 265/65 R17.

Com opções de câmbio manual de cinco marchas ou automático de quatro (não podia ser de cinco, não?), o Dakar vem equipado, mas só em um nível mínimo para um carro nessa faixa de valor: dois airbags dianteiros (só), ABS, EBD, sensor de estacionamento, abertura das portas por controle remoto, toca-CD com MP3 e Bluetooth, computador de bordo e ar-condicionado digital. Nada demais.






Fonte: Mitsubishi

Mitsubishi acompanha a Subaru e apresenta seu veículo elétrico, o i-MiEV

A Subaru anunciou que comecará a vender seu carro elétrico, o Plug-In Stella EV, a clientes a partir de julho deste ano. A Mitsubishi aproveitou o Dia Mundial do Ambiente, na sexta passada, para não ficar para trás, apresentando o seu veículo elétrico de produção em série, o i-MiEV (Mitsubishi innovative Electric Vehicle). A bem da verdade, essa apresentação só será útil para autoridades japonesas e empresas, já que o carro só será entregue a clientes comuns a partir de abril de 2010. Mesmo com isso em mente, pode ser que valha a pena esperar pelo carrinho: ele vai mais longe que o Stella (160 km, contra 90 km do Subaru), é mais espaçoso (2,55 m de entreeixos) e é mais barato (custa 4,38 milhões de ienes, ou cerca de R$ 86 mil, contra 4,725 milhões de ienes pelo Plug-In Stella, cerca de R$ 90 mil). Alguns também dirão que o i-MiEV é bem mais bonito do que o Subaru, e nós seremos obrigados a concordar.



O mesmo subsídio a que os candidatos a donos do Stella fazem jus também será aplicado aos futuros donos do i-MiEV. Em outras palavras, o carro pode custar 1,39 milhão de ienes menos, ou cerca de R$ 27 mil, ao câmbio de hoje. Com isso, o preço final do Mitsubishi pode ficar em R$ 61 mil e uns quebrados. As vendas serão feitas por meio de um leasing de três anos que incluirá seguro e custos de manutenção (bem mais baixos em veículos elétricos).

O i-MiEV é baseado em um dos kei cars à venda no Japão,o Mitsubishi i. Esses carrinhos são urbanos, com motores limitados a 660 cm³. Em outras palavras, são os modelos de entrada naquele país. O caso é que o i tem apenas 3,40 m de comprimento, 1,48 m de largura e 1,60 m de altura, mas um entreeixos fantástico de 2,55 m, 5 cm maior que o do Honda Fit, por exemplo. O modelo original consegue todo este aproveitamento de espaço por conta da posição de seu motor, central traseiro. Era o que a Volkswagen estava planejando fazer com seu substituto para o Fox, o Lupo, conhecido como o conceito up!, mas a marca aparetemente desistiu da ideia por questão de custos. Má escolha, como se vê...

O i-MiEV segue o mesmo arranjo de motor, ou seja, ele vai instalado no mesmo lugar, tracionando as rodas traseiras. Ele também usa um câmbio com uma marcha só, devido ao fantástico torque dos motores elétricos em qualquer condição de giro. O carrinho elétrico é 200 kg mais pesado do que o i normal (1.100 kg, contra 900 kg), o que certamente o fez apresentar um desempenho pior. Falando nele, a Mitsubishi não se refere à velocidade máxima ou à aceleração de 0 a 100 km/h. O motor apresenta basicamente os mesmos números que o Subaru Plug-In Stella EV: 47 kW (64 cv) de 3.000 rpm a 6.000 rpm e 180 Nm de 0 a 2.000 rpm.

O tempo de carga depende da voltagem disponível para isso. Em tomadas de 110V, a recarga completa leva 14 horas. Em tomadas de 220V, a carga completa leva 7 horas, o que permitiria a alguém voltar para casa, plugar o carro e voltar a usá-lo no dia seguinte. De qualquer maneira, a Mitsubishi também oferecerá estações de recarga rápida em todo o Japão, de modo a recuperar até 80% da carga em cerca de 30 minutos.

Dentro do carro, o seletor de marchas tem três posições além das regulares R, N, e P de um câmbio automático normal: D, para dirigir com o máximo de força, sem preocupação com o gasto de energia, Eco, que economiza, e B, que amplia a atuação dos freios regenerativos, recarregando a bateria o máximo possível. Os mostradores apresentam ao motorista todas as informações necessárias para evitar surpresas (como ficar sem pilha antes de chegar em casa): consumo de energia, recuperação de energia, indicador de carga residual na bateria e indicador de autonomia para calcular quanto mais o motorista pode andar considerando o modo como vem guiando nos últimos quilômetros.

A Mitsubishi produzirá o i-MiEV para a Peugeot e para a Citroën. As versões serão os primeiros carros elétricos das montadoras francesas da PSA, assim como o Peugeot 4007 e o Citroën C-Crosse se tornaram os primeiros utilitários das marcas. E eles não são nada mais do que versões com emblemas diferentes do Mitsubishi Outlander. Pena que esse carro não tem a menor chance de chegar ao Brasil, por nenhuma destas empresas.























Fonte: Mitsubishi