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Chevrolet Aveo Sedan mostra o quanto perdemos com o Agile

Os blogs estrangeiros que revelaram essa imagem dizem que quem a exibiu foi Bob Lutz, da GM, em uma apresentação à imprensa. Nós duvidamos, até porque o veículo da imagem, o futuro Chevrolet Aveo Sedan, tem todo o jeitão de ter sido retocado com Photoshop. Verdadeira ou não, a imagem mostra o quanto o Brasil saiu perdendo com o lançamento do Chevrolet Agile. Em termos de estilo e atualidade, o futuro Aveo se mostra muito superior, digno de concorrer com a bela nova geração do Ford Fiesta.



A exemplo do conceito Aveo RS, mostrado em Detroit, o sedã também deve receber o motor 1,4-litro turbo de 140 cv/103 kW. Por aqui, o Agile também deve ter uma versão sedã, mas com o mesmo motor 1,4-litro que equipa o hatch. Ele, que já não é um exemplo de agilidade, deve se comportar ainda pior com o peso extra do porta-malas saliente. A conferir.



Fonte: Kicking Tires

SEGREDO! - Será que será assim o futuro Jaguar XJC?

Pouco depois de a Jaguar apresentar a nova geração do Jaguar XJ, Ian Callum, designer-chefe da marca, disse que uma versão cupê do belo carro estava sob desenvolvimento. Será a primeira vez em mais de 30 anos que haverá uma versão XJC no mercado. O pioneiro (e único até agora) foi produzido de 1973 a 1978 com motores de seis cilindros em linha e de doze cilindros em "V", os famosos V12. Com isso em mente, o manipulador automotivo Theophilus Chin (preferimos chamá-lo de mago do Photoshop) desenhou o que ele acha que pode ser o futuro XJC. E nós esperamos que sua versão seja mais do que uma opinião, mas sim uma antecipação do futuro.



De acordo com Chin, ele reduziu o balanço traseiro, removeu as molduras dos vidros e eliminou a cor preta da coluna traseira, um traço polêmico do desenho do novo sedã topo de linha da Jaguar. O XJC será naturalmente menor do que o XJ, que tem 5,12 m de comprimento e um entreeixos de 3,03 m, mas outras medidas devem continuar iguais: 1,90 m de largura e 1,46 m de altura (talvez um pouco menos). O novo cupê será feito sobre a mesma plataforma de alumínio do XJ.

No que se refere aos motores, o novo XJC deve oferecer as mesmas quatro opções do sedã, uma a diesel e três a gasolina. O motor a diesel é um V6 de 3 litros que gera 275 cv a 4.000 rpm e 600 Nm a 2.000 rpm. Os motores a gasolina são todos V8 de 5 litros com injeção direta. O primeiro, naturalmente aspirado, tem 385 cv a 6.500 rpm e 515 Nm a 3.500 rpm. Também há duas versões com compressor mecânico, uma com 470 cv de 6.000 rpm a 6.500 rpm e torque de 575 Nm de 2.500 rpm a 5.500 rpm e outra de 510 cv de 6.000 rpm a 6.500 rpm e torque de 625 Nm de 2.500 rpm a 5.500 rpm.

Todos os XJ são equipados com transmissão automática de seis velocidades com possibilidade de trocas manuais por meio de borboletas atrás do volante. Isso deve se repetir no cupê. Só é uma pena o motor V12 do XJC anterior não ter perspectiva de voltar. Sabe como é, normas cada vez mais rígidas de emissões...



Fonte: Theophilus Chin

OFICIAL! - GM solta primeiros desenhos do novo Chevrolet Agile

A GM acabou de divulgar as primeiras imagens oficiais do novo Chevrolet Agile, um novo compacto premium que tem como seu principal alvo no Brasil o VW Fox. Isso fica evidente com o fato de o carro ter sido fabricado, segundo a GM, com um ponto H alto. Ponto H é o nível do assento. Quanto mais alto, mais se aproveita o espaço interno do veículo. Um dos carros que começaram com essa proposta no Brasil foi o Fiat Uno/Mille, ideia que a VW adotou para criar o Fox. Ainda que esse benefício de espaço exista, a sensação de dirigibilidade pode sair bastante prejudicada.



O Agile será fabricado na Argentina para ser distribuído por toda a América Latina, incluindo o Brasil. Apesar de feito no país vizinho, o carro foi inteiramente desenvolvido por aqui, a um custo de US$ 400 milhões (pouco mais de R$ 700 milhões), inteiramente bancado pela própria GM do Brasil.

O Agile deve ser produzido também nos EUA, além de na Argentina. Na Terra do Tio Sam, ele deve substituir o Aveo, algo que a revista Motor Trend já confirmou. A fábrica de Lake Orion, no Michigan, já foi confirmada para produzir o novo carro. Por lá, seu maior concorrente será a nova geração do Ford Fiesta, que também chegará ao Brasil.

A plataforma do Agile deve ser a Gamma II, a mesma usada pelo Corsa D, a quarta geração do Corsa. Isso se não tiver sido substituída pela plataforma do Corsa atualmente à venda no Brasil, para redução de custos. Em se tratando da GM, nunca se sabe.

Seja como for, o novo Agile deve ter um entreeixos de 2,51 m, o que o colocará no segmento dos compactos premium, ao lado do Ford Fiesta novo (esperemos que ele desembarque aqui sem alterações, nem remendos) e do futuro VW Polo, que deve se parecer com a quinta geração, mas usar a plataforma atual, algo que é fácil, considerando o entreeixos igual das plataformas PQ24 (atual) e PQ25 (nova). Os motores devem ser os mesmos usados no Corsa até pouco tempo atrás, o 1,4-litro de 105 cv com álcool e o 1,8-litro com aperfeiçoamentos. Comenta-se que ele chegará a 129 cv.

Além do hatchback do Agile, em três e cinco portas, podemos esperar também por um sedã, uma picape, uma minivan e um utilitário esportivo pequeno inspirado no conceito GPix.




Fonte: GM

Miura M-1 deve trazer marca de carros fora-de-série de volta à vida em 2010

Quando os importados eram um sonho distante, a melhor forma de se diferenciar no trânsito das grandes cidades era ter um esportivo fora-de-série. De todos os que foram criados, alguns dos mais desejados certamente foram os criados pela Miura. Extinta, a marca voltará a dar frutos em 2010, por meio do empresário Alexandre Rangel, do Rio de Janeiro. E a reestreia deve se dar com esse carro, o M-1.



“Estamos trabalhando no projeto desde 2004, quando observamos que o registro da marca estava vencido. Em 2005 fizemos um acordo com os antigos proprietários da marca, o que nos resultou no registro definitivo em 2007. A partir dai decidimos iniciar o projeto de relançamento do Miura”, disse Rangel ao MotorDicas.

Com chassi tubular de aço carbono e carroceria de plástico reforçado com fibra de vidro, o M-1 terá mecânica semelhante à dos últimos modelos da marca, um quatro-cilindros de 2-litros fabricado pela Volkswagen, flexível em combustível. Ele produz 116 cv com gasolina a 5.200 rpm, 120 cv com álcool a 5.250 rpm e tem torque de 170 Nm a 2.250 rpm com qualquer um dos combustíveis. O câmbio também é o mesmo usado no Golf, um manual de cinco marchas ou, opcionalmente, um automático de seis. A tração, por conta disso, é dianteira. O carro terá comprimento de 4,36 m, com um entreeixos de 2,48 m.

De maneira inteligente, Rangel optou por manter o M-1 muito parecido com os últimos modelos da Miura, para preservar a identidade do veículo e o apelo que ele terá com os fãs da marca. Estão no modelo os faróis escamoteáveis, as portas com abertura por controle remoto e o vidro traseiro envolvente, além de uma faixa dourada no para-choque dianteiro e de uma lilás no traseiro, bastante familiares para quem se lembra dos esportivos do Rio Grande do Sul. “Isso diz respeito ao neon, que foi um destaque do Miura. Neste carro, elas virão como opcionais”, disse Rangel.

Ainda assim, os próximos carros da marca devem ter desenho mais ousado, além de uma mecânica mais forte. “Optamos pelo 2-litros para manter a motorização anterior dos Miura, mas, com o tempo, planejamos investir em motores mais potentes.” Rangel pretende apresentar o primeiro protótipo do carro no ano que vem. “Ele ainda não está pronto, mas está sendo feito em parceria com a Autos Fibra (www.autosfibra.com.br) e contamos com o lançamento dele para o início de 2010.”

As vendas dependem do desenvolvimento do veículo, mas o preço já tem uma estimativa: R$ 100 mil. Esse valor inclui suspensão independente nas quatro rodas, a ar, ABS, ar-condicionado, direção hidráulica, volante escamoteável, bancos elétricos, computador de bordo com sintetizador de voz, airbag dianteiro, abertura das portas por controle remoto, interior em couro, faróis escamoteáveis de xenônio, GPS, toca-DVD, sensor de pressão dos pneus e rastreador. Sensores de estacionamento na dianteira e na traseira são opcionais.

Para comemorar o retorno da marca ao mercado, a Miura destinará as 20 primeiras unidades a uma série especial. Rangel espera produzir cinco veículos por mês. Havendo espaço para a volta dos fora-de-série, talvez outras empresas, como a Puma e a Santa Matilde, podem se animar a voltar às ruas brasileiras. Assim esperamos!















Fonte: Novo Miura

Fiat Linea pode ser vendido nos EUA como o novo Dodge Neon

A aliança entre a Fiat e a Chrysler pode levar até 18 meses para produzir seus primeiros carros, mas a Autocar, a revista mais antiga do mundo, britânica, já antecipou um dos possíveis modelos a nascer deste casamento: um novo Dodge Neon. O carro poderia se basear no Fiat Linea. Se a Autocar disse isso, não temos motivos para duvidar. E o talentoso designer Theophilus Chin nos deu sua visão de como esse carro seria. Estamos muito inclinados a achar que ele acertou na mosca.



O Fiat Linea usa dois motores no Brasil, um 1,9-litro flexível e um motor a gasolina turbo de 1,4 litro, o T-JET. Na Turquia, onde o carro também é fabricado, o sedã tem, além do motor T-JET, um 1,4-litro aspirado e dois motores a diesel, o 1,3-litro Multijet e um 1,6-litro. Esperamos que, nos EUA, o Neon/Linea use o motor 1,9-litro ou mesmo algum outro, maior, assim como o T-JET, que deve sofrer algum aperfeiçoamento para ter mais torque em baixa, uma demanda do mercado norte-americano. Enquanto isso, vejamos como deve ser o modelo que irá as concessionárias Dodge dos EUA (as que mantiverem suas portas de pé; tomara que sejam em bom número).




Fonte: Theophilus Chin

Designer sueco recria clássico com o Vöx Volvo P1800

A série de carros nostálgicos não estará acabada com o fim do Chrysler PT Cruiser, mas nós não estamos falando do VW Beetle de nova geração. O que queremos dizer vai além disso, em caminhos bem mais interessantes. Estamos falando do novo Vöx Volvo P1800, a nova criação do designer sueco Mattias Vöcks.



Este belo cupê era conhecido por ser a máquina guiada por Roger Moore no seriado de TV "O Santo". Sua reedição, em todo caso, será interessante não só pela bela estampa ou pelo passado famoso. O Vöx Volvo P1800 contará, por exemplo, com 550 cv a 600 cv, fornecidos pelo motor V8 4,4-litros usado no S80 e no XC90 com o auxílio de um compressor mecânico.

Apesar de ainda termos apenas estas imagens criadas por Photoshop, o carro real está sendo desenvolvido e é possível que uma pequena série do modelo seja oferecida. Nós realmente esperamos que esses rumores se tornem uma antecipação concreta da realidade futura. Essa é uma boa explicação para ansiedade.








Fonte: Auto Motor & Sport via World Car Fans

Veja uma nova ideia para o sedã da Fiat e da Chrysler, criada por Jorge L. Fernández

Depois de apresentarmos a vocês uma das possibilidades para o futuro sedã médio Fiat-Chrysler criado por Rodrigo Bruno, alguns outros designers tiveram ideias, mas nenhuma, até agora, melhor do que a de Jorge L. Fernández, do Area 75. Ele até sugere um nome para o novo carro: Chrysler Shadow, sombra, em inglês. Seria uma sombra do Fiat Bravo e do Alfa Romeo Milano, que usam ou usarão a plataforma FAT C-Evo? Esperamos que não.



Na verdade, a Fiat tem de melhorar a qualidade de seus produtos um bocado para atrair os consumidores dos EUA. É o que dizem índices de satisfação de países europeus. E o fabricante italiano está bem ciente disso, se a experiência que teve com os Alfa Romeo naquele país nos anos 1990 ensinaram a ela alguma coisa. Pelo bem da Chrysler e da Fiat, é bom que sim.

Fonte: Area 75

Será que o futuro sedã médio da Chrysler seria assim? Vai existir um Fiat Bravo Sedan?

As notícias dão conta de que a Chrysler está tão confiante em uma parceria com a Fiat que ela já vem até apresentando futuros produtos comuns com o fabricante italiano a seus concessionários. Um destes novos produtos seria um sedã esportivo, médio, construído sobre a plataforma FAT C-Evo. É a mesma usada pelo futuro Fiat Bravo nacional, por Lancia Delta e pelos futuros Alfa Romeo 159, Milano e Giulia. Isso nos fez pensar em como esse carro seria. O designer Rodrigo Bruno nos deu uma ajuda nisso. Aliás, ele fez projeções especulativas que podem até refletir como será o novo carro. Tanto para a Chrysler quanto para a Fiat.



A montadora italiana estava confiante em que o Fiat Linea seria aceito por aqui como concorrente do Honda Civic e companhia, mas o fato é que o Linea é reconhecido como a versão sedã do Punto e, como tal, tinha uma expectativa de preço mais baixo. Um Bravo Sedan, especialmente em mercados em desenvolvimento, como o Brasil, resolveria o problema com folga.

Enquanto isso não acontece, vejamos se Fiat e Chrysler fecham ou não a tal parceria. Se elas fecharem, a sugestão de Bruno pode chegar às concessionárias em alguns anos, ainda que com um jeitão muito diferente.




Fonte: Rodrigo Bruno

VAZOU! - SAIC apresentará o novo MG MG6 Concept em Xangai

Aston Martin Rapide, Porsche Panamera, Audi A7 e o pioneiro Mercedes-Benz CLS não serão os únicos cupês de quatro portas do mercado por muito tempo. A SAIC, empresa chinesa que comprou a Rover e a transformou em Roewe (melhor Roewe viva que Rover morta), apresentará no Salão de Xangai o novo MG6 Concept, carro de outra importante empresa britânica, a MG.



Nos dois casos a mudança de propriedade (e de país) se mostrou benéfica para as empresas. Elas não apenas continuaram vivas, mas também melhoraram muito sua aparência. O novo conceito será baseado no Roewe 550, um sedã lindo de morrer, e há grandes chances de ele chegar à linha de produção. Se chegar, o MG6 poderá ser o primeiro MG projetado pela SAIC desde que ela comprou a empresa britânica.




Fonte: China Car Times

Volswagen divulga as primeira imagem do NMS, seu futuro sedã médio

Qual é a melhor maneira de conseguir um excelente número de vendas em um país? Abrir uma fábrica é certamente a resposta e isso é o que a Volkswagen planeja fazer nos EUA, mais especificamente em Chattanooga, no Tennessee. O primeiro produto a deixar as linhas de produção, em 2011, será o NMS, nome código de Novo Sedã Médio (New Mid-size Sedan), um carro que a montadora alemã apresentou de maneira leve na imagem abaixo.



Este sedã deve oferecer tanto espaço interno e de porta-malas quanto o atual Passat, segundo a VW, o que deve assegurar excelente conforto ao novo veículo. Os motores que o equiparão devem ser os TFSI e FSI, a gasolina, e os TDI, a diesel.

O NMS, que ainda terá seu nome definitivo escolhido, também será vendido em outros mercados e terá uma plataforma mais simples de construir do que a do atual Golf VI. Isso deve colocá-lo em mercados emergentes, como Índia, Rússia e Brasil. Uma versão hatchback do sedã também deve ser utilizada para substituir o Golf IV nestes países.

Fonte: VW via CarScoop

O que o Dodge Viper seria se tivesse nascido em 1967? Rafael Reston responde

Alguns veículos são clássicos porque têm tradição e têm força, como o Chevrolet Corvette. Outros são clássicos pelo que representam. Este é o caso do Dodge Viper, um superesportivo que podia ter saído de linha com a crise que a Chrysler enfrenta, mas que será vendido a qualquer um disposto a mantê-lo vivo. O que este carro teria sido se tivesse nascido no passado, em 1967, digamos? Veja o que o designer brasileiro Rafael Reston acha disso abaixo. E nos diga se você concorda com a visão que ele teve.



"O projeto do Viper Concept 1967 surgiu da idéia de como seria o carro se ele tivesse surgido nos anos 1960. A partir dessa idéia, realizei uma grande pesquisa sobre os materiais e as técnicas construtivas da época, para que o carro fosse o mais fiel possível ao que poderia ser feito em 1967. Grandes faróis circulares, rodas de aro 15", muito cromado e curvas na superfície do carro, seguindo a tendência de design da época. Está presente no conceito também um pouco da linha Dodge da época, mas sempre fugindo para um lado mais esportivo, de um carro que não existia naquela época na própria Dodge", disse Reston ao MotorDicas.

Apesar de se parecer com um clássico, o Viper de Reston conservou as principais características de estilo do Dodge. "Mantive as linhas tradicionais marcantes do Viper dos anos 1990, como o teto abaulado, enorme capô, com o motorista dirigindo praticamente sobre o eixo traseiro, entrada de ar no capô e saída de ar lateral em formato de arco, além dos temas de lanternas e faróis." Sob o capô, Reston teria colocado um V8 440-Magnum V8, o mesmo usado pelo Challenger R/T da época, mas mais nervoso. "O V10, a meu ver, seria um pouco inviável na época da produção, elevando muito o custo do projeto e impossibilitando o carro de realmente brigar pelo mercado em 1967", disse Reston.

A pesquisa que o designer efetuou foi tão extensa que ele pôde até determinar o preço que o carro teria tido na época. "Segundo meus estudos, o preço-base do carro em 1967 seria de US$ 4.110, o que o tornaria realmente um grande concorrente ao Chevrolet Corvette." Considerando que o Viper não teve este passado, só esperamos que ele continue a ter futuro. Se possível, brilhante.














Fonte: Rafael Reston