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Novo Honda City é lançado na Índia. E chega aqui em 2014.

Já havíamos antecipado que a nova geração do Honda City seria lançada no dia 25. Dito e feito. E a imagem que mostramos, uma projeção, acabou ficando razoavelmente próxima do modelo final, como mostram as imagem abaixo. Baseada no novo Honda Fit, a quarta geração do sedã chega ao Brasil no ano que vem. E vai dar ainda mais trabalho do que a atual. 


Segundo a Honda, este é o Honda City mais espaçoso que já foi fabricado. Com 4,44 m de comprimento, ele é apenas 4 cm maior que o atual, mas seu entre-eixos, de 2,60 m, cresceu 5 cm. O porta-malas está ainda maior, com 510 litros, em vez dos 506 l atuais. O motor ainda é o 1.5. Na Índia, onde foi apresentado, ele terá também um 1.5 turbodiesel. Começa a ser vendido por lá em janeiro.


Os lançamentos da Honda no exterior costumam levar cerca de seis meses para aparecer também no Brasil. O novo City, portanto, estará aqui em 2014, provavelmente no segundo semestre. Além de mais espaçoso, ele ganhou um sistema multimídia com tela de 5 polegadas que deve poder integrar navegador por GPS. Na configuração atual, é só um sistema de som com Bluetooth, pelo que comentaram nossos amigos do  Indian Autos Blog.




A traseira, como se pode ver, lembra bastante a do novo Accord. E já dá a letra de como podemos esperar que o futuro Civic se pareça. Por sorte, não tem nada a ver com o feioso C-Rider chinês.

Fontes: Paultan e Indian Autos Blog

Novo Honda City aparece em sites indianos. Será que ele fica assim?

O Honda City chegará, no dia 23 de novembro, abertura do Salão de Tóquio, a sua quarta geração no exterior. Será a segunda aqui para o Brasil, mas o sedã promete uma aparência muito mais interessante e melhorias em sua posição de dirigir. Seu motor, o 1.5, já presente no sedãzinho Amaze, terá turbo de geometria variável, algo que só a Porsche oferecia para carros a gasolina. Mas o principal é a aparência da nova geração, que dois sites indianos parecem ter confirmado. Veja abaixo:


Essa imagem, como a marca d'água denuncia, é do MotorBeam. Note que ela é idêntica à divulgada pelo e Motoroids, logo abaixo. Sinal de que ou é imagem vazada ou vem da mesma fonte.


O que é certeza é que o City será maior e mais sofisticado. Se seu painel for inspirado no do novo Fit, que pode ser visto abaixo, será mais interessante do que o atual, um tanto quanto convencional (e careta). O City atual incomoda por ter a posição de dirigir do Fit e o teto do Civic, o que torna sua cabine meio claustrofóbica. Com mais entre-eixos e bancos que se abaixem e possam ir mais para trás, isso tende a se resolver. Vejamos o que o Salão de Tóquio nos reserva.


Fonte: MotorBeam e Motoroids

Quero um carro econômico com porta-malas grande!

"Olá, bom dia!

Preciso trocar de carro e gostaria de uma orientação de um especialista. Encontrei este site no Google e espero que me clareie as idéias.
Tenho uma Chevrolet Zafira 2009/2010 que comprei em junho do ano passado. Porém, agora já está me dando alguns problemas e vi que as peças dela são muito caras. A versão é a Elegance automática.
Adoro essa minivan, mas ela também é muito gastona, por ter motor 2.0 e ser automática. Na época, acabei comprando por ser um carro com porta-malas grande. Trabalho com vendas de roupas e preciso de um bom bagageiro pra carregar arara e malas.

Estou à procura de um carro que tenha um motor que gaste menos. Estou em dúvida sobre a Fiat Palio Locker Adventure e a SpaceFox. Já pesquisei o Doblò, mas ele é muito feio...

Eu me acostumei com o câmbio automático e também queria saber se vou sentir muita diferença nos câmbios Dualogic /automatizado. Já li algo sobre serem mais econômicos.

Não gosto de sedãs. Prefiro a linha mais esportiva. E acredito que um carro com motor 1.6 seria o ideal.

Pelo jeito, não me sobram muitas opções, né? Até porque penso em gastar, no máximo, R$ 43 mil (que é o valor da Zafira que tenho).

Desde já agradeço a atenção!

Matilde C.
"

Como vai, Matilde? Obrigado por sua consulta.

Pelo que percebo, o que você precisa é de um modelo tão espaçoso quanto a Zafira, mas que gaste menos em combustível e em manutenção. Várias minivans se encaixam neste perfil. Vou citar algumas, nessa faixa de valor, que podem te ajudar.

A primeira delas é a Nissan Livina. Ela tem bom porta-malas e motor 1.6, mas apenas uma opção de câmbio, o manual. Usada, você consegue encontrá-la nessa faixa de preço. A melhor opção seria a Grand Livina, mas ela tem motor 1.8 e gasta mais. Em suma, seria trocar seis por meia dúzia.


Outra é o monovolume Honda Fit. Ele tem motores 1.4 e 1.5, ambos com opção de câmbio automático. O Fit é bem menor do que uma Zafira, mas ele tem um sistema de bancos, chamado de ULT, que permite carregar objetos longos e altos, como araras e malas. Só vai ser um problema se você precisar carregar a família e as araras ao mesmo tempo. Em economia de combustível, vai ser difícil encontrar algo tão espaçoso.



A Palio Weekend e a SpaceFox seriam boas opções de modelos familiares, mas não para o transporte de araras e malas. Elas são pequenas. A Fiat Idea eu não recomendo pelo mesmo motivo e mais um: o interior dela vai mudar, como informaram os amigos do site Autos Segredos.

Melhores do que elas são as peruas médias, como a Renault Mégane Grand Tour e a Toyota Fielder. Você pode encontrá-las nessa faixa de preço, mas o problema é que as duas já saíram de linha, o que torna a manutenção mais cara e a desvalorização mais alta. A Renault só existe com câmbio automático na versão com motor 2.0. Vai ser gastão, assim como a Zafira (um pouco menos, talvez). 

Analise as duas primeiras opções que eu citei. Acredito que alguma delas possa ajudá-la tanto no trabalho quanto no lazer.

Um abraço,
Gustavo

Meu primeiro segundo carro

"Olá!

Pesquisando no Google dicas para carros usados encontrei esse blog e adorei a interação: boas dúvidas e ótimas respostas. Então, estou torcendo muito para você ler e responder a minha dúvida e me ajudar.

Tenho um Chevrolet Celta 2010 que meu pai me ajudou (e muito) a comprar (deu 80%) e me convenceu a escolhe-lo pelo custo baixo, mas estou doido para trocar por um modelo mais confortável, pelo menos com vidro, ar e direção, pois, apesar de toda a economia do Celta, é terrível viajar nele.

Já ouvi que Honda e Toyota, Civic e Corolla, respectivamente, são ótimos carros que são elogiados pela NÃO manutenção e durabilidade. Isso é verdade? Se positivo, para o meu bolso teria que ser de 2003 para baixo. Então pergunto: ainda sim, seria mais confiável que um C3 2007/08, que também me animou?

Sou leigo no assunto e não tenho nenhum mecânico de confiança para perguntar. Quero ter um carro confortável, mas que o risco de gastar muita grana com manutenção seja mínimo, pois acabo de comprar um imóvel na planta e logo quero ter o carro quitado, com manutenção baixa, para não pesar nas parcelas do financiamento.

Pode me ajudar a focar a pesquisa nos modelos mais confiáveis/confortáveis?

Pretendo comprar algo por no máximo de R$ 21 mil. Pesquisando já me chamaram a atenção um Honda Fit 2005, Citroën C3 2007, Honda Civic 2003, Chevrolet Astra 2006, Peugeot 206 2008... Qual seria a melhor opção?

Rafael M."

Salve, Rafael! Obrigado pela pergunta, que mostra uma preocupação comum para quem já pegou a manha de dirigir e se sente seguro para partir para um carro melhor. Até porque ar-condicionado é item de conforto e de segurança, atualmente.

Dos modelos que você curtiu, minha indicação seria pelo mais novo e mais confiável. Como você se preocupa com custos de manutenção, que incluem abastecimento, também te indicaria o menor motor entre eles. Por coincidência, você já citou uma de minhas indicações, o Honda Fit 1.4 2005. No seu caso, acho que é o que melhor se encaixa.

Ele é econômico, bem equipado e a Honda tem um programa de venda de usados com garantia de um ano. Se comprar fora de concessionárias, prefira um Fit que tenha passado por todas as suas revisões em revenda. Isso indica cuidado com o carro, que pode estar beirando os 100 mil km.

O único porém deste modelo é que, quando ele dá manutenção, ela é cara, algo que todos os modelos que você citou também enfrentam. Isso porque a Honda não troca apenas a peça com problema, mas o conjunto afetado por ele. Em compensação, o conserto costuma ser daqueles que não dão dor de cabeça.

Peça ajuda a seu pai para encontrar um Fit bonito, que nunca tenha batido e com as revisões em dia. Ele tende a ser um bom companheiro para essa segunda jornada no mundo dos carros. E boa sorte!

Um abraço,

Gustavo

Salvem as peruas! - Honda Civic Tourer

Mais uma para a série em defesa de carros familiares bons de dirigir. Essa é a versão perua do Civic. Poderia chegar ao Brasil, certo? Infelizmente, errado: note como a dianteira deste belo carro é diferenteo do do sedã vendido aqui. Ela é mais aparentada do modelo hatch, vendido apenas na Europa. A plataforma, em todo o caso, é a mesma. O problema é o investimento que o modelo exigiria para um bando de clientes que querem utilitários esportivos. Que pena...



Fonte: Burlappcars

Honda apresenta seu futuro carro pequeno, o New Small Concept, em Nova Déli

A Honda é famosa por produz carros bons e confiáveis, mas eles não são exatamente baratos, especialmente em países emergentes, como o Brasil, mas isso parece estar para mudar. A marca japonesa apresentou no Salão de Nova Déli, na Índia, o New Small Concept, um veículo conceitual que antecipa o novo carro pequeno mundial da empresa. Barato, mas com a mesma qualidade pela qual a Honda é reconhecida.



O lançamento da versão de produção em série do carro é esperado para 2011 na Índia e na Tailândia, mas é improvável que o modelo seja oferecido apenas nestes dois países. China, Rússia e Brasil também devem oferecê-lo e produzi-lo, talvez um pouco depois de 2011, mas não muito. Afinal de contas, a Honda não quer comer poeira da Toyota, com o Etios, nem da Nissan, com o novo Micra.

As informações técnicas sobre o carro são inexistentes, mas ele deve ser equipado com um motor 1,2-litro, possivelmente a gasolina. No Brasil, flex.




Fonte: Honda via Paultan.org

Honda City chega para matar o Civic básico a R$ 56,21 mil

Pois é, minha gente... Quem costuma ler o MotorDicas sabe que apostávamos em um preço de R$ 45 mil para o novo Honda City, o que o colocaria como o carro mais barato da marca japonesa. Lançado nesta sexta-feira, o carro chegou bem mais caro do que isso: começa nos R$ 56,21 mil na versão LX com câmbio manual e segue a R$ 60,01 mil na LX com câmbio automático, R$ 61,65 mil na EX com transmissão manual, R$ 65,45 mil na EX automática, R$ 65.375 na EXL manual e, finalmente, R$ 71.095 pela EXL automática. O que a Honda vai fazer com isso é a pergunta que fica.



Explico: a Honda já tem dois carros na faixa dos R$ 60 mil aos R$ 70 mil, os dois únicos que ela faz no Brasil. São o Fit, que vai de R$ 51.845 a R$ 67.725, e o Civic, que vai de R$ 64.365 a R$ 83,81 mil. A diferença de proposta dos dois modelos pode ter ajudado a Honda a manter suas boas vendas de modo individual, mas o City certamente vai matar as versões mais básicas do Civic, comprometendo os resultados de vendas do sedã médio.

Isso porque o City é mais moderno (terá um tempo de vida mais longo, sem mudanças drásticas no curto prazo), mais econômico (seu motor é o mesmo 1,5-litros flex do Fit, que rende 115 cv a 6.000 rpm com gasolina e 116 cv a 6.000 rpm com álcool; o torque é de 145 Nm a 4.800 rpm com qualquer combustível), tem porta-malas maior (506 l, contra 340 l do Civic, quase um porta-malas do Ka antigo a mais) e é mais barato com o mesmo nível de equipamentos. No Brasil, preço é fator determinante.

E não é bom ter um modelo a mais como opção de compra? Certamente, mas não para a Honda. Aliás, para a empresa, o City é um tremendo tiro no pé. Isso porque as versões mais baratas do Civic, apesar de custarem na faixa dos R$ 64 mil de tabela, podem ser encontradas por R$ 60 mil. Em outras palavras, até R$ 60 mil a Honda tinha um sedã que segurava bem a onda e que era o campeão de vendas de seu segmento. Para que lançar mais um que começa nos R$ 56,21 mil? Se a ideia era ampliar mercado, melhor seria ter feito um City mais pelado e com motor 1,4-litro, para concorrer com Renault Symbol, VW Polo Sedan, Chevrolet Corsa Sedan e Fiat Linea (mais equipado e caro, mas tecnicamente na mesma faixa de mercado).

Com 4,40 m de comprimento, 1,70 m de largura e 1,48 m de altura, o City traz, em sua versão LX, a básica, rodas de liga-leve de aro 15”, com pneus 175/65 R15, maçanetas pintadas na cor do carro, ar-condicionado, direção elétrica, vidros, travas e retrovisores elétricos, banco do motorista com regulagem de altura, volante com regulagem de altura e distância, dois airbags dianteiros, toca-CD com MP3 e entradas auxiliares para iPod e pen-drives e freios a disco apenas na dianteira.

A intermediária, chamada de EX, traz discos nas quatro rodas com ABS e EBD, maçanetas cromadas, rodas de aro 16” e pneus 185/55 R16, ar-condicionado digital, retrovisores com luzes repetidoras de direção, volante em couro com comandos do rádio e do controlador de velocidade e maçanetas internas prata. Para a versão topo de linha, a EXL, a Honda reservou faróis de neblina, bancos de couro e sistema de som com tweeter. Talvez até ela ameace o sedã campeão de vendas da Honda. E talvez algum dia a marca consiga explicar um lançamento tão difícil de entender.





















Fonte: Honda

"Preciso de um modelo automático acessível e bom de consumo. Qual você me recomenda?"

"Gustavo, boa noite.

Tenho uma Parati 2006 1.6 Comfortline e agora, estando proibida de dirigir carros comuns, preciso comprar um automático. Foi com satisfação que encontrei seu blog e espero que você possa me ajudar.

Estou entre o Honda Fit 1.4, a Peugeot 207 SW e o Citroën C3 (enfaticamente indicado pela médica que me forneceu o laudo de isenção). O dilema é: tanto o Peugeot quanto o C3 são mais baratos, mas não sei o consumo. Segundo a informação que a atendente da Peugeot me passou, 6/7km/l na cidade e 8km/l na estrada (na minha última viagem, a minha Parati fez quase 10 km/l entre cidade e estrada).

Todos que têm Fit dizem nunca querer trocá-lo por outro e que o consumo é ótimo. Só que, na agência onde estou vendo, só tem disponível para test-drive o 1.5 automático ou o 1.4 manual. Eu acho que deveria fazer o test-drive com o carro que realmente tenho a intenção de comprar, não acha?

O que você me aconselha? Se o Fit fizer realmente 9/10 km/l na cidade e 12km/l nas estradas, ao longo dos anos não vai ser vantagem gastar mais agora do que economizar agora e depois, durante o tempo que ficar com o carro, a manutenção pesar demais?
Também parece que as peças tanto do Peugeot quanto do C3 são mais caras. Você tem conhecimento sobre isso?

Procurei no site e na minha caixa pela sua resposta e acabei encontrando algumas dicas sobre carro para deficientes. No meu caso, só são necessários direção hidráulica e câmbio automático.

Hoje ainda, já ia para a Honda levar os documentos para o processo de isenção. Só que, pelo que vi no seu site, haverá lançamentos até o fim do ano. O que você me aconselha, uma vez que não acho justo permitir que a Honda faça todo o processo e depois eu acabe optando por outro mais barato e com um bom consumo. Porque, como você mesmo disse, o Fit está muito caro.

Por favor, não tenho muito tempo para entrar com o processo e preciso muito da sua ajuda, como, por exemplo, a VW Golf Variant vai ser nacional, flex, 1.6, 1.8, automática?

Enfim, qual o melhor custo/benefício? Ou, ao longo do tempo, o preço alto do Fit acaba compensando?

Sobre a sua admiração pelo Livina: também gostei mas, não vou aguentar o consumo de um carro 1.8, senão já teria optado pelo Meriva, não é?

Agradeço qualquer ajuda que puder me dar para acabar com esse dilema.

Abraço,

Cecilia Benassi
Matão, SP

(Adorei seu site)"


Como você está, Cecilia? É um prazer ter sua visita por aqui. Sua consulta também é das mais interessantes. Deve ajudar bastante outros visitantes com o mesmo tipo de dúvida que você tem.

O Honda Fit tem um preço alto, sim, mas ele vem bastante completo por este valor. ABS, airbags, direção hidráulica, ar-condicionado, trio elétrico, um acabamento que poucos carros nacionais têm e regulagem de altura do banco e de altura e distância do volante. O seguro também é mais baixo que o de outros modelos. Fora isso, o câmbio automático dele é um dos melhores do mercado, com cinco marchas. Isso é algo que nenhum dos automáticos pequenos vai oferecer.



As opções seriam o VW Polo, o VW Fox e o Fiat Palio com câmbio manual automatizado, mas, além de eles ainda não terem chegado ao mercado, o comportamento de carros com câmbio manual automatizado não é dos mais suaves. Como o Palio usará o motor 1,8-litro, o consumo também deve ser bem alto. A vantagem deles é a manutenção mais barata, semelhante à de um câmbio comum.

Considerando que você precisa do carro para o quanto antes, o melhor veículo automático que você pode comprar atualmente, se puder arcar com o preço, é realmente o Honda Fit, que acaba de ser considerado na Europa como um dos veículos mais seguros de sua categoria. Com a isenção de impostos concedida a PPDs, o preço dele fica tentador.

Ainda que digam o contrário, o modelo com motor 1,4-litro e câmbio automático anda muito bem. Acelera direitinho e não vai deixar você na mão em ultrapassagens, além de ser mais econômico que o 1,5-litro. Como seu objetivo é um carro que gaste pouco, mesmo com álcool, o Fit é a melhor escolha.

Antes de fechar a compra, de todo modo, eu recomendo a você que o avalie para ver como você se sente no carro. Se precisar de porta-malas grande, a Nissan Livina pode ser uma boa opção, mas ela não oferece regulagem de altura do cinto nem de distância do volante, um pecado em um carro nessa faixa de preço e uma falha que afeta uma coisa fundamental: a melhor posição de dirigir. Pessoas de estatura baixa podem sofrer com o cinto no pescoço; as muito altas, com ele quase saindo do ombro.

Espero que você faça uma excelente compra, Cecilia. Não sei o que a impede de dirigir um carro comum, mas espero que seu novo carro consiga levar você para todos os lados com o máximo de segurança, conforto e prazer ao dirigir.

Um abraço, e obrigado pelo carinho com o MotorDicas,

Gustavo

FLAGRA! - Honda City roda pronto por São Paulo

A Honda deve ter em breve no Brasil um outro produto, baseado na mesma plataforma do Fit. Será um novo sedã, chamado de Honda City ou Aria, mas o primeiro nome deve ser o que será usado no Brasil. O veículo seria fabricado na Argentina, mas a fábrica, que também estava sendo fabricada, sofreu em cheio o impacto da crise financeira mundial e não pode ser terminada a tempo. Com isso, o sedãzinho deve ser feito no Brasil, mesmo. E uma das primeiras unidades foi flagrada pelo leitor Luiz Bueno Beznos em plena capital paulista, mais exatamente no bairro do Itaim. São as melhores imagens do carro no Brasil até agora.



A considerar pelo número de ocupantes que havia no carro (cinco, contando com o motorista) e em como a traseira do sedã estava arriada (além de disfarçada), é mais do que provável que o City estivesse fazendo testes de consumo e de suspensão.

Assim como o Fit, o carro deve utilizar motores 1,4-litro e 1,5-litro, tanto com câmbio manual quanto com câmbio automático. Com 2,55 m de entreeixos, ele será mais barato do que o Civic. O mistério é em relação ao Fit, que já tem um preço muito próximo do do único sedã nacional da Honda. Com isso em vista, é possível que o City seja vendido por um preço mais baixo que o do Fit, tornando o modelo o veículo de entrada da Honda no Brasil.

Se você flagrar algum carro novo por aí, disfarçado ou não, conseguir fotografá-lo e quiser compartilhar seu achado, não hesite em nos enviar suas fotos e nos autorizar a publicá-las. Ficaremos felizes em dividi-las com nossos outros leitores, assim como fizemos com a história de Beznos!



Fonte: Luiz Bueno Beznos

"O Honda Accord é um mico ou é uma boa escolha de sedã médio-grande?"

"Prezado Gustavo, boa noite. Sou proprietário de um Honda New Civic LXS MT Flex, 08/08. Estou muito satisfeito com o veículo.

Todavia, enquanto aguardava a retirada do meu carro da revisão dos 10 mil km, o vendedor da concessionária insistiu para que eu fizesse um test-drive no novo Accord 2.0, com motor quatro-cilindros de 156 cv. Confesso que gostei. E, ao pilotar o V6, foi paixão à primeira vista.

Você sempre alertou os consumidores sobre os veículos que abaixaram repentinamente o preço. Pois bem. O Accord 2.0, que custava R$ 99,99 mil, está com o mesmo preço do New Civic EXS, ou seja, R$ 83,99 mil. Já o V6, que custava R$ 149,99 mil, está por R$ 119,99 mil.

Será que o Accord, diante dessa redução, se enquadra nos chamados 'micos'?

É aconselhável sair de um carro flex para um monofuel? Os carros a gasolina ainda tem seu lugar num país que é precursor do etanol a partir da cana-de-açúcar?

Abraços e parabéns pelo excelente trabalho.

Rogério Romanin
Araras, SP"


Como você está, Rogério, tudo em paz? Assim espero.

Fico feliz que você tenha visto que carros que caem de preço rapidamente têm algo de errado, mas gostaria que você também atentasse para outra coisa que eu sempre digo: se você comprou um carro novo, fique com ele por pelo menos três anos. Dois, que seja, mas nunca troque um ano depois. É prejuízo na certa.

Se você está satisfeito com seu Civic, fique com ele pelo menos até 2010. Se não estiver muito preocupado com isso e preferir um gosto que dinheiro no bolso, o Accord é um excelente carro, sim, mas, usado, ele desvaloriza um bocado. Ele, como é costume nos modelos japoneses, não dá muita manutenção, mas as peças, importadas dos EUA, onde ele é fabricado, são caras.

Um modelo excelente, recém-lançado e do mesmo porte do Accord é o novo Ford Fusion.



O modelo V6 tem tração nas quatro rodas e custa R$ 99,9 mil. Todos vêm completos. Se você realmente quiser trocar agora de carro, eu recomendo que você ande primeiro com um Ford Fusion antes de fechar negócio com o Accord. Com R$ 100 mil nas mãos, seria minha opção sem pestanejar.

Um abraço,

Gustavo