Fiat Bugster será atração da marca no Salão do Automóvel

Repetindo a receita que usou na edição passada do Salão do Automóvel, em 2006, a Fiat criou um modelo exclusivamente conceitual para o evento. Em todo caso, o Bugster é ainda mais radical que o FCC Adventure. Isso porque, em vez de um motor a gasolina, o conceito teria um motor elétrico.



Dizemos teria porque o Bugster pode não ser um veículo funcional, mas apenas uma proposta de desenho. Será pena, se for assim, uma vez que o mínimo que se espera de um conceito é que ele seja capaz de provar que funciona. Afinal, a proposta do carrinho é oferecer alternativas para o futuro (novos materiais, sistemas de propulsão etc.). E um futuro que não anda não pega bem...



Fonte: Fiat

GM pode trazer Traverse para enfrentar Ford Edge

A importação do Chevrolet Malibu já é certa, mas a GM pode ter mais uma carta na manga. Além do sedã, a empresa pode trazer também o utilitário Traverse, ainda que o discurso para a apresentação seja o mesmo usado para o Malibu: usar o Salão do Automóvel de São Paulo como clínica de aceitação do novo crossover. Não é bem assim que funciona, mas, para quem quiser acreditar...



Com porte próximo do do Ford Edge (na verdade um pouco maior), o Traverse tem 5,21 m de comprimento, 1,99 m de largura, 1,77 m de altura e 3,02 m de entreeixos, com 2.136 kg. Com um motorzão V6 de 3,6 litros e injeção direta de gasolina, ele pode ter duas especificações de performance. Com escape duplo, o mais comum em motores em "V", ele gera 292 cv e 366 Nm; com escapamento simples, produz 284 cv e 343 Nm.

Produzido em Spring Hill, no Tennessee, o Traverse deve vir ao Brasil com bancos dianteiros com regulagem elétrica completa, sete lugares e tração nas quatro rodas. Espera-se que ele consiga chegar mais barato que o Edge, que parte de espantosos R$ 150 mil. Ainda que pequeno, esse segmento merece uma concorrência forte.









Fonte: GM

Ford Mustang 2010 aparece quase sem camuflagem nos EUA

O modelo 2010 do Ford Mustang, bastante diferente do atual, está para ser apresentado no Salão de Los Angeles, em novembro, mas a Ford parece ansiosa para antecipar a apresentação. Basta olhar para as fotos abaixo, feitas por Guitardrumr, membro do fórum de discussão GreatLakes4x4.com:



O novo Mustange apresenta pouquíssima camuflagem, concentrada especialmente no conjunto óptico traseiro. O resto do carro está protegido apenas por tinta branca e preta, para disfarçar as linhas do veículo. Mesmo com o disfarce, podemos dizer que o pony car está mais esguio que seu antecessor. Ele também deve ter se tornado menos gastão, uma necessidade dos automóveis atuais, especialmente nos EUA. Assim que saírem as primeiras informações oficiais sobre o novo Mustang, voltaremos a ele por aqui. Afinal, esse belo é sempre bem-vindo ao MotorDicas!









Fonte: GreatLakes4x4.com via AutoBlog

Insecta Concept mostra como a natureza pode ajudar o homem a se deslocar

O desenho dos carros esteve durante muito tempo limitado às exigências dos motores a combustão. A propulsão elétrica retornou tanto para tornar os automóveis mais limpos como para permitir que idéias diferentes florescessem. Um excelente exemplo disso é o Insecta Concept, ou Concept Meng (gafanhoto, em chinês), do estudante de design taiwanês Shao Yung Yeh.



O Insecta Concept é um meio de transporte individual de quatro rodas, com um motor elétrico em cada uma delas. Cada roda é ligada a um braço individual e os quatro braços são presos à mesma base, que também suporta o habitáculo. Estes braços funcionam como as pernas de um inseto e constituem a suspensão do Insecta, com a vantagem de se ajustarem automaticamente às condições da estrada.

Outro auxiliar na estabilidade é o pacote de baterias, que funciona como a cauda de um inseto e se move para modificar o centro de estabilidade do veículo. A segurança e o conforto do motorista/passageiro é garantida por uma cabine leve e altamente resistente, a exemplo do exoesqueleto de um inseto. Seria legal se, como um gafanhoto, o Insecta Concept conseguisse se reproduzir rapidamente e invadisse as grandes cidades, devorando os congestionamentos e permitindo às pessoas ter um meio de transporte mais racional, ambientalmente correto e ainda assim confortável e individual.







Fonte: Car Body Design

Mini E, o Mini elétrico, será mostrado no Salão de Los Angeles

A BMW pretende reviver a Isetta em uma versão completamente elétrica, o que deve ajudá-la a diminuir seus índices médios de emissões de poluentes. Enquanto isso, ela pretende testar suas tecnologias elétricas no Mini, mais especificamente no Mini E, uma série limitada a 500 unidades do carrinho inglês que rodará apenas com eletricidade.



Toda adaptação acaba resultando em algum tipo de perda e, com o Mini E, não foi diferente. Concebido para ser um modelo com motor a combustão, ele teve de sacrificar seus bancos traseiros para comportar as baterias de íons de lítio. Foram usadas 5.088 baterias, reunidas em 48 módulos. Não se tratou apenas de um problema de espaço, mas também de distribuição de peso, uma vez que o motor elétrico de 204 cv fica na dianteira, assim como o motor a combustão comum. Se tivesse colocado um motor elétrico em cada roda do Mini E, a BMW teria economizado espaço e poderia colocar as baterias sob o capô do carro, mas ela optou por algo mais tradicional.

As baterias de íons de lítio do Mini E fornecem ao motor 35 Kwh e 380V em corrente direta. É o suficiente para o carro chegar a 152 km/h de máxima (limitada eletronicamente) e 240 km de autonomia. O motor elétrico também consegue empurrar o Mini E de 0 a 100 km/h em 8,5 s. Poderia fazer mais bonito se o carrinho fosse mais leve, mas ele pesa 1.465 kg.

Entre as idéias interessantes que o carro adota está o acelerador, que funciona como um freio quando não é acionado. Basta parar de pisar nele para o motor passar a atuar como um gerador. Na cidade, o uso do acelerador chega a dispensar o pedal dos freios. Quando isso acontece, a autonomia pode ser ampliada em até 20%. No painel, o conta-giros dá lugar a um mostrador de carga da bateria. No velocímetro, que fica no centro do console do carro, também há uma pequena indicação da carga.

Além de ter apenas 500 unidades (cujo número de série aparecerá junto ao repetidor de direção, na lateral do carro), o Mini E será vendido apenas a clientes (particulares e empresas) selecionados pela BMW. E só na Califórnia. Vendas na Europa estão em estudos, mas sujeitas ao mesmo limite. O Mini E será vendido apenas por leasing, pelo período de um ano, extensível a mais um. As revisões acontecerão a cada 3.000 milhas, pouco menos de 5.000 km, ou seis meses. No fim do leasing, os carros voltarão para a BMW para mais testes e, possivelmente, para a produção de uma versão de produção regular. Tomara que ela tenha pelo menos quatro lugares e vendas em todos os cantos do mundo.





























Fonte: BMW