Chevrolet Astra e Zafira já estão com o novo motor do Vectra

Quando o Chevrolet Vectra apresentou um novo motor de 2 litros e 140 cv com álcool, era apenas questão de tempo até que ele se espalhasse por todos os modelos que usam a mesma cilindrada. E não deu outra. Depois do sedã, faltava Vectra GT, Astra e Zafira. Agora, não falta mais ninguém.



O novo motor rende, no Astra, 140 cv a 5.600 rpm com álcool e 133 cv a 5.600 rpm com gasolina. O torque também está maior: 193 Nm com o combustível vegetal e 185 Nm com o fóssil, ambos a 2.600 rpm.

O Astra pode ser equipado com câmbio manual ou automático. Com o primeiro, ele atinge 200 km/h de máxima e vai de 0 a 100 km/h em 9,8 s com etanol e 195 km/h e 10,3 s, respectivamente, com o derivado de petróleo. Com o segundo, as marcas são de 198 km/h e 11,2 s (álcool) e 190 km/h e 12 s (gasolina).

A maior melhoria, de todo modo, deve ser de consumo de combustível. Com transmissão manual, o novo Astra roda 11 km/l na estrada e 7,5 km/l na cidade com etanol. Com gasolina, as marcas chegam a 16,4 km/l em circuito rodoviário e 11,1 km/l no urbano.

Com a transmissão automática de quatro marchas, o carro faz 10,3 km/l na estrada e 7,5 km/l na cidade com o combustível vegetal e 15 km/l e 10,5 km/l, respectivamente, com o fóssil. A GM não divulgou os preços, nem as especificações da Zafira, que já está nas concessionárias.

Nada na aparência dos carros mudou, nem a adoção da nova identidade visual da marca. Mau sinal, diga-se: ou há alguma versão por chegar ainda este ano ou a GM está esperando para tirar os dois modelos de linha.



Fonte: GM

"Quero um carro espaçoso, com manutenção baixa e que me dê controle."

"Olá, Gustavo, o seu blog foi um achado para me ajudar nesta cruel escolha de carro.

Tenho uma Citroën Picasso Exclusive 2002, com 46 mil km rodados, e estou muito satisfeita com o veículo, embora a assistência técnica da Citroën tenha deixado a desejar em muitas ocasiões.

Fiquei encantada com a Grand C4 Picasso, com as facilidades (ar-condicionado digital em quatro saidas independentes, design, painel...), mas não me senti um tanto segura ao dirigir. Estranhei demais a sensação dentro do carro, ao olhar no retrovisor e a traseira aparecer "bem longe". Fiquei um pouco confusa com todos os sensores (estacionamento, ré, dianteira...). Sei que tudo é uma questão de tempo, e logo posso me acostumar.

Gostei de dirigir o Mitsubishi Airtrek. Embora tenha saído de linha, achei um carro robusto, que oferece a sensação de que temos total controle do carro ao dirigir, mas não tem cinto de três pontas, ar digital, o porta-malas é muito raso...

Também tenho a opção do CR-V 4x2 da Honda, que muito me agrada pelo fato fato de ser um Honda, de não desvalorizar igual ao Citroën, mas peca um pouco no acabamento.

Utilizo o meu carro apenas para pequenos trajetos na cidade (crianças na escola, supermercado...) e quando viajamos (não muito frequentemente). Sinto falta de um carro para sete passageiros, pois uso uma assento de criança, restando apenas dois lugares, não muito confortáveis.

O que você sugere? Tenho muito receio de toda a tecnologia da Citroën. Às vezes aparece algum defeito e o orçamento é sempre a troca de um módulo, que também custa uma fortuna. É assim também com outras marcas? Como disse, adorei o Citroën Grand C4 Picasso, mas será que o excesso de recursos no carro pode se transformar em um armadilha para o motorista? Será que tem como colocar banco de couros sem atrapalhar o airbag?

Atenciosamente,

Flávia Vasconcellos"


Oi, Flávia, como vai você?

Fico feliz que você tenha encontrado o blog. Ele tem sido bem recomendado pelos leitores, mas é bom saber que os serviços de busca também estão direcionando gente em busca de ajuda para cá.

Vamos a suas opções, mas, primeiro, vamos a suas necessidades. Ao que parece, você quer um veículo espaçoso, que lhe ofereça controle e manutenção baixa. Nesse sentido, vale usar sua consulta para tentar derrubar um mito corrente entre as mulheres: o de que um utilitário oferece mais controle ou segurança.

Utilitários são veículos concebidos para rodar na terra. A utilidade deles é essa, mas isso acabou se subvertendo quando a Land Rover, ciente de que muitos de seus clientes não tinham dinheiro para ter um carro para o trabalho e outro para andar no asfalto, criou o Range Rover, que enfrentava trilhas de terra e também servia para ir assistir à ópera. Dois em um. Nasceu o utilitário esportivo.

A ideia era ter um veículo versátil, mas eles acabaram virando veículos "altinhos", que dão uma visão privilegiada do trânsito. Mas muitos nunca viram terra, seu ambiente natural.

Desse modo, quando você compra um veículo de quase duas toneladas, com suspensão alta e cheio de equipamentos que você nunca vai usar, não é só de desperdício que estamos falando, mas também de alguns problemas. A suspensão alta é ótima na terra, para evitar obstáculos, mas aumenta os riscos de capotamento. O controle, portanto, é ilusório. Carros menores e mais leves são mais fáceis de controlar.

O peso a mais também implica em consumo mais alto de combustível, sem nenhuma contrapartida em desempenho ou em conforto. Em acidentes, esse peso a mais também não se traduz em mais segurança, pelo contrário. A chance de ferir alguém gravemente é muito maior quando você tem um utilitário. Por fim, utilitários custam caro, tanto na compra quanto na manutenção (os pneus custam uma fortuna). É muito ponto negativo para alguém que nunca vai usar o utilitário para o que ele foi feito.

Assim sendo, vamos ao que você precisa: um veículo que lhe ofereça uma boa visão do trânsito, com manutenção baixa e espaço no banco de trás. Além do Citroën Grand C4 Picasso, de sete lugares, chegou ao mercado recentemente o modelo de cinco lugares, o C4 Picasso.



Como toda minivan, ela oferece uma posição de sentar alta, mas se destaca pela ótima dirigibilidade e pelo pára-brisa VisionSpace, que dá uma visibilidade invejável ao carro. Além disso, ela pode ser mais espaçosa do que a Xsara Picasso nos bancos de trás o que eliminaria a necessidade de sete lugares.

Com relação aos problemas que os Citroën apresentam, os importados da Europa, como as C4 Picasso, costumam apresentar menos defeitos do que os feitos aqui e na Argentina. A questão é que, se houver algum problema, as peças tendem a ser caras, já que são importadas em euros. Infelizmente os Citroën costumam apresentar mais defeitos do que veículos de outras marcas. A confiabilidade é uma questão que a marca precisa resolver com urgência. Por isso a desvalorização é tão alta.

E desista de bancos de couro: eles afetam, sim, o acionamento dos airbags laterais e a garantia do carro. Se você quer mesmo bancos de couro, que esquentam demais no calor e esfriam demais no inverno, além de rachar, se não forem bem cuidados, sua escolha terá de recair em outro veículo.

Se você não estiver com muita pressa (e não tenha; sua minivan está nova, para um carro 2002, pouquíssimo rodada), no meio do ano chegará ao mercado a versão de sete lugares do Nissan Livina, o Grand Livina.



O modelo de cinco lugares, que está à venda, já causou uma excelente impressão. Tem um preço bem competitivo, é espaçoso e pode ser o ideal para você, se você gostar dos bancos de trás. Se você ainda achar que precisa de mais espaço, a versão de sete lugares pode ser a pedida certa. É só esperar pelo lançamento.

Além destas opções de minivans, há ainda a Chevrolet Zafira, que eu não recomendo porque está em fim de linha, devendo ser substituída até 2010 por um modelo novo, e a Renault Grand Scénic, que saiu de linha recentemente na Europa.

Só vale fazer uma ressalva: qualquer veículo de sete lugares necessariamente será longo. Assim, sua sensação de falta de controle será a mesma em qualquer um deles.

Se você realmente quiser comprar um utilitário, as opções vão bem além dos que você cita, o Mitsubishi Airtrek e o Honda CR-V. Para começar, o Airtrek não é opção, como você mesma disse, porque já saiu de linha. Se quiser um Mitsubishi, fique com o Outlander, que é o sucessor do Airtrek.

O CR-V é um excelente utilitário e tem bom acabamento. O que você pode ter estranhado é a simplicidade, mas essa simplicidade é boa. Peça que não tem é peça que não quebra, como dizia João Conrado do Amaral Gurgel.

Entre as outras opções que você pode ter, eu recomendaria duas bem interessantes. Fiquemos, primeiro, com o Dodge Journey.



Ele pode ser uma boa pedida para você porque tem bancos de um tecido muito resistente e lavável, que elimina a necessidade de couro, sete lugares e um comportamento dinâmico excelente, próximo do de um automóvel. Também está em um preço muito bom: R$ 95,9 mil. Recomendo a você que vá dirigir um. Se precisar de porta-malas, cuidado: o Journey não tem cobertura. O que estiver ali vai ficar à vista de qualquer um.

A outra opção é o Nissan X-Trail, um dos melhores utilitários de seu segmento.



O preço é mais salgado, mas ele anda muito bem, tem um câmbio delicioso e oferece a posição de dirigir que você gosta. O motor também bebe pouco e a manutenção de veículos japoneses costuma ser baixíssima.

Se você precisar de mais alguma dica, por favor, me avise. Espero ter lhe ajudado a decidir.

Um abraço,

Gustavo

Volkswagen apresenta o novo Golf GTD em Leipzig

Pouco depois da apresentação da sexta geração do Golf GTI, a Volkswagen irá apresentar a sexta geração de outro de seus esportivos, o mais racional de todos: o Golf GTD. Movido a diesel, o novo carro aparecerá na Auto Mobil International (AMI), feira de automóveis promovida em Leipzig, na Alemanha, de 28 de março a 5 de abril.



Além da aparência, a mesma que a nova geração do Golf ostenta, o GTD tem características muito interessantes, como o motor 2-litros turbodiesel de 170 cv (125 kW) a 4.200 rpm e 350 Nm entre 1.750 rpm e 2.500 rpm. Ele permite ao carro atingir a máxima de 220 km/h e ir de 0 a 100 km/h, com a transmissão DSG, de dupla embreagem, em 8,1 s. O consumo de combustível é extraordinário: 17,9 km/l, o que pode levar o GTD a percorrer até 982 km com seu tanque de 55 l.

Externamente, você poderá dizer que está diante de um GTD por conta de suas rodas de liga-leve de aro 17" Seattle, pelas grades horizontais cromadas do radiador, pelo difusor de ar diferenciado na traseira e pelo escape duplo cromado ao lado esquerdo do difusor, além, é lógico, dos emblemas GTD na grade dianteira e na traseira do hatchback.









Fonte: Volkswagen

VAZOU! - Veja as primeiras imagens oficiais do novo Opel Astra

A próxima geração do Opel Astra era esperada para estrear no Salão de Genebra deste ano. Como ela não apareceu por lá, o carro deveria aparecer a qualquer momento. De fato, ele apareceu, ainda que não de modo oficial, nestas imagens que vazaram na internet. Mesmo em baixa definição, elas mostram uma evolução e tanto.



O novo hatch médio estreará com carrocerias hatchback de três e cinco portas. O Astra, aliás, continuará a ter uma família inteira de carros, como uma perua e um conversível. Um sedã e uma minivan também seriam esperados, mas só se o carro fosse ser vendido em países emergentes, como o Brasil ou a China. Para cá, entretanto, podemos esperar só pelo Chevrolet Cruze.

Os motores continuarão os mesmos usados no Astra europeu, indo de 75 cv a 240 cv entre as opções a gasolina e de 90 cv a 150 cv entre as movidas a diesel. Nos modelos básicos, pode-se esperar por um câmbio manual de seis marchas. Nos mais sofisticados, por um sistema eletrônico de controle do comportamento dinâmico do carro, semelhante ao que o VW Golf VI já oferece.






Fonte: Autoblog.nl via Autoblog

OFICIAL - Tesla apresenta seu sedã elétrico, o Model S, na Califórnia

Quem conhece o Tesla Roadster deve achar que carros totalmente elétricos e práticos para o dia-a-dia não devem ser possíveis. Só esportivos. Se não fosse assim, é possível que a Fisker e a GM não apostariam em sistemas de extensão de autonomia com motores a combustão, como fizeram respectivamente com o Karma e com o Volt. O caso é que a própria Tesla resolveu desmentir essa crença e apresentou em Hawthorne, na Califórnia, o Model S. Quando começar a ser vendido, em 2011, ele será o primeiro sedã elétrico realmente prático do mundo. Poderá, por exemplo, percorrer até 483 km só com a carga de suas baterias, sem auxílios externos. E isso é só o começo.



O Model S custaria US$ 57,9 mil, coisa de R$ 130 mil, ao câmbio de hoje, não fosse uma ajudinha do governo norte-americano, que banca US$ 7.500 (quase R$ 17 mil) em impostos federais. Com isso, o preço do carro vai a US$ 49,9 mil, pouco menos de R$ 112 mil. Por esse preço, básico, o carro poderá percorrer 258 km com plena carga de suas baterias. O pacote de 483 km (com 8.000 baterias) e o intermediário, de 370 km, são os únicos opcionais do carro até agora.

Bom desempenho, por outro lado, vem de série. O Model S atinge a máxima de 193 km/h, limitada eletronicamente para poupar as baterias, e vai de 0 a 97 km/h em 5,6 s. Tudo isso em um veículo de 4,98 m de comprimento, com um entreeixos de 2,96 m, 1.735 kg e a capacidade de levar cinco adultos e duas crianças em bancos reversíveis no porta-malas. E as malas, você poderá perguntar, quem porta? Elas irão bem acomodadas sob o capô do sedã. Lembre-se: este é um veículo elétrico, não há necessidade de um motor dianteiro. Não se sabe onde o do Model S vai instalado, mas acreditamos que é no eixo traseiro. Como ele conta com uma transmissão de uma marcha só, sobra espaço para passageiros, carga e baterias.

Se você conseguir comprar um modelo básico em 2011 e precisar viajar para mais longe do que 258 km, tudo que terá de fazer será alugar o pacote de baterias de longa distância (483 km). E se você gostar de estrada e quiser ir além de 483 km? A Tesla está planejando ter postos de troca de bateria nos quais, em vez de carregar um tanque de combustível, você troca suas baterias descarregadas por outras, com carga cheia. O tempo máximo de troca seria de 8 minutos, quase o mesmo tempo que leva encher o tanque de um veículo comum. Ou até menos, dependendo da fila na bomba...

Se você não gostar da ideia de trocar suas baterias, você pode carregar as que já tem no carro em tomadas de 110V, 220V ou 440V. Nas de 440V, o tempo de recarga é de apenas 45 minutos. Nas de 220V, ele chega a ser de quatro horas.

Se você ouvir falar de algo com 17" no Model S, esteja certo: não estaremos falando das rodas, mas sim da tela principal de informações do carro. O Model S não tem botões, apenas uma tela sensível ao toque. As rodas são de aro 21", com pneus 245/35 ZR21 na frente e 285/30 ZR21 atrás. É uma pena que o carro demorará tanto a chegar às ruas, mas a Tesla já está aceitando encomendas. É uma forma de financiar a fábrica que ela fará para o carro, na Califórnia. A empresa espera montar 20 mil unidades até o final de 2011.








Fonte: AutoblogGreen