Chevrolet Volt de pré-produção já circula em testes

Não seria exagero dizer que o carro mais esperado dos últimos anos é o Chevrolet Volt. Ele será o primeiro modelo elétrico de autonomia estendida. Mais do que isso, será o primeiro fabricado em grande escala por uma montadora tradicional, a GM. À medida que seu lançamento se aproxima, a empresa faz questão de mostrar seu desenvolvimento que, dizem, está à frente do esperado. Veja abaixo como deve ser o modelo que chegará às concessionárias dos EUA.



Como de costume, não é o caso de os brasileiros terem muita esperança de ver essa máquina revolucionária por aqui, mas ele deve chegar a nosso mercado, mesmo que seja por importação independente. O mais provável, no entanto, é que, a exemplo da China, ele encontre espaço para ser fabricado na América do Sul. Só resta saber em que país, uma vez que a Argentina vem ganhando espaço quando se trata de fabricar modelos maiores e mais caros. É possível que o sucesso do carro nos EUA determine a velocidade de sua disseminação. E ele deve ser grande. Afinal, o Volt promete ser uma das facetas do futuro.

Isso se deve, primeiro, às baterias de íons de lítio que, carregadas na rede elétrica comum, permitem ao carro rodar os primeiros 60 km só com eletricidade. Essa quilometragem é suficiente, segundo a GM, para que 78% dos motoristas norte-americanos não gastem uma gota sequer de combustível em seus deslocamentos diários. O Volt usa gasolina ou E85 (combustível com 85% de etanol e 15% de gasolina). Estranho, para um carro que se diz elétrico? Nem tanto.

O combustível serve a um motor turbo e flexível em combustível de 1,4 litro turbo, pertencente à Família 0 e usado em modelos europeus da GM. Mais do que um motor, ele é um gerador de energia elétrica. Com ele, o Volt consegue ampliar sua autonomia para 1.030 km.

Com esse sistema, levando em conta a distância média percorrida pelos motoristas norte-americanos por ano, de 22 mil km, o Volt conseguirá poupar 1.900 litros de gasolina.

A produção do Volt começa só em 2010, talvez até no primeiro trimestre de 2011, mas já sabemos o que esperar: um notchback (carroceria de "dois volumes e meio", ou seja, com formato de sedã, mas com tampa traseira) com quatro lugares, 301 l de porta-malas, 4,40 m de comprimento, 1,80 m de largura, 1,43 de altura e um entreeixos de 2,69 m.

A máxima é limitada a 161 km/h, para preservar as baterias de íons de lítio, mas poderia ser mais alta, considerando o motor elétrico de 150 cv e incríveis 370 Nm de torque. Considerando que a GM promete que o desenvolvimento do carro se manterá nos trilhos, ainda que ela não tenha conseguido ficar nos seus, o que nos resta é torcer pelo lançamento breve do carro. E por seu sucesso.





Fonte: GM

Audi A6, renovado, chega ao Brasil com motor menor e mais forte a partir de R$ 279,7 mil

Lançada em 2005, a atual geração do Audi A6 não poderia assistir à chegada do novo Mercedes-Benz Classe sem esboçar reação. Como a chegada de uma nova geração do carro só acontecerá em 2011, ele, que já fazia boa figura, só deu uma melhorada no visual e adotou um motor menor e mais forte para enfrentar a concorrência. Pode ter funcionado bem, já que o carro é bonito à beça de admirar. Confira:



Vendido em duas versões, Sport e Sport Plus, o carro terá preços, respectivamente, de R$ 279,7 mil e de R$ 294,7 mil.

Na versão de entrada, o carro oferece acabamento em alumínio micrometálico, tração integral permanente quattro (com distribuição de 60% da força nas rodas traseiras como padrão), faróis bixenônio com LEDs integrados como DRL (luzes diurnas), MMI (Multi Media Interface, com tela de 6,5”), seis airbags, regulagem elétrica em altura e distância para o volante, sistema de auxílio ao estacionamento Audi Parking System Plus, rodas de liga-leve de aro 18” e bancos elétricos com duas memórias (tanto do motorista quanto do passageiro).

No pacote Sport Plus, o acabamento é todo igual ao dos modelos S da Audi, sem que a performance esteja necessariamente diferente. A mais ele oferece sistema de som Bose, bancos esportivos, rodas de liga-leve diferenciadas e acabamento em aço escovado.

De todas as mudanças, a mais significativa é mesmo a do motor, que deixou de ser o V6 de 3,2 litros para se tornar mais compacto, com 3-litros e um compressor mecânico que é um espetáculo à parte. Em vez de ter intercoolers agregados para uma maior admissão de ar no motor, ele os traz integrados, um de cada lado. Segundo a Audi, o fato de serem integrados ao compressor torna a manuntenção muito mais simples do que se eles estivesse fora. Assim esperamos...

Apesar de menor, o motor é mais forte: tem 290 cv, contra 255 cv do anterior, e um torque digno de V8, com 420 Nm, contra 330 Nm do modelo anterior. O mais impressionante é que tanto o torque quanto a potência são mantidos por uma faixa de rotação larga, sem um pico. O torque, por exemplo, se mantém em 420 Nm de 2.500 rpm até 4.850 rpm. A potência fica em 290 cv de 4.500 rpm até 6.800 rpm.

Isso, como se pode imaginar, representa acelerações vigorosas (0 a 100 km/h em 5,9 s) e muita tranquilidade em ultrapassagens. Pena que nem todo mundo tem R$ 300 mil sobrando na conta...

















Fonte: Audi

"Qual seria o melhor carro, entre estes, para uma família que cresceu?"

"Caro Gustavo,

Parabéns pelo site. Demorei um pouco para achar um tão completo quanto o seu.

Necessito de ajuda para uma possível troca de carro. Tenho um Toyota Corolla SE-G 2004 com 70 mil km que, até o momento, não me deu grandes problemas de manutenção. Como a família cresceu (duas filhas), e o carro já está um pouco rodado, decidimos verificar o mercado em busca de alternativas. Elas são:

- Hyundai Tucson e Azera
- Kia Sportage, Carens e Magentis
- Toyota Corolla XEi

As propostas são diferentes, eu sei, mas os preços são similares.

Apesar de não ser mandatório, eu me acostumei com a comodidade do automático, mas prezo mais pela segurança. Fazemos algumas poucas viagens (600 a 1.000 km) ao longo do ano. No resto, seria percurso urbano. Claro que me preocupo com a manutenção, considerando preço e prazo de entrega de peças.

Grato,

--
Rogério Aoki Romero
www.swim.com.br
www.rogerioromero.com.br"


Prezado Rogério, é uma honra receber uma consulta sua aqui no MotorDicas. Só lamento não ter conseguido respondê-la mais rapidamente.

Para quem não sabe, o Rogério Aoki Romero é um de nossos maiores competidores olímpicos. Ele é o único nadador brasileiro que chegou às finais em quatro edições das Olimpíadas: Seul (1988), Barcelona (1992), Atlanta (1996) e Sydney (2000) e foi o primeiro do mundo a estar presente em cinco Olimpíadas (1988, 1992, 1996, 2000 e 2004). O currículo dele é extenso, mas o negócio, aqui, é falar de carro. Só vale a pena comentar o grande exemplo que o Rogério é para a garotada brasileira e agradecer pela deferência. De coração.

Seguindo a descrição que você me passou, Rogério, você quer um carro espaçoso, seguro (para suas duas filhas), com manutenção fácil (para não ficar esperando pelo carro ser consertado), confiável e confortável, com câmbio automático. Diante disso, vale dizer a você que, na sua lista, a quantidade de importados é grande. E importados costumam ter manutenção e disponibilidade de peças mais complicada.

Com isso em mente, eu não recomendo a você nenhum dos modelos da Hyundai. Apesar de serem carros excelentes, o pós-venda da marca deixa a desejar. E não é só nos casos que conheço que eu baseio essa opinião, mas numa reportagem da Band FM sobre a marca. Clique no link para ouvi-la. Em todo caso, e para ser justo, a Quatro Rodas elegeu o Azera como a Compra do Ano. O carro realmente oferece um conteúdo que nenhum oferece pelo mesmo valor, mas ele tende a desvalorizar e, com essa questão da manutenção, não seria a minha recomendação.



A Kia, por outro lado, tem um excelente estoque de peças e a seriedade do grupo Gandini. De todas as importadoras que começaram com a abertura das importações, a da Kia foi a única que se manteve firme apesar das adversidades. Com isso em vista, a questão da manutenção tende a ser menos complicada, mas é bom lembrar: os carros da marca são feitos na Coréia do Sul. Se uma peça tiver de vir de lá, talvez isso leve muito tempo. Em todo caso, considerando que você quer um veículo espaçoso, confortável, seguro e versátil, eu recomendaria a você a Kia Carens, uma minivan que anda vendendo muito bem. De todos os modelos que você apresentou, seria a minha escolha se eu estivesse em seu lugar e com as mesmas necessidades.

O Corolla XEi é um carro que você já conhece e que está ainda melhor na nova geração, mas ele não é muito mais espaçoso do que o anterior, o que não resolve seu problema de espaço. Em compensação, ele tem peças nacionais, manutenção simples (quando é necessária, o que é raro) e bom valor de revenda.

Se eu pudesse recomendar a você um veículo no qual você ainda não tenha pensado, eu lhe indicaria a Renault Mégane Grand Tour, um modelo nacional, bom de dirigir, seguro e com fabricação nacional. Também é um bocado espaçoso, com um excelente porta-malas. No ano que vem o modelo novo deve chegar ao mercado, mas o modelo atual continuará em linha. Isso porque a nova perua virá da Argentina, deixando a atual Grand Tour como uma opção mais em conta. Isso diminuirá os riscos de desvalorização.

Considerando as viagens que você faz, certifique-se de que sua escolha tenha uma boa rede de revendedores ou, no mínimo, assistência 24 horas em todo o território nacional. Também faça uma cotação de seguros. O modelo que apresentar os valores mais altos é o menos indicado para sua compra não só por conta de manutenção e peças, mas também por ser mais visado para roubos e furtos. Espero que esta consulta o ajude a se decidir melhor, Rogério. E parabéns por sua bonita carreira no esporte nacional.

Para todos aqueles interessados em uma consulta parecida com esta, gostaria de pedir que, antes de mandarem seus e-mails para ghruffo@motordicas.com.br, vocês não se esqueçam, primeiro, de buscar no site se não há consultas já respondidas que atendam a suas dúvidas.

Se não houver, não se esqueçam de me passar que tipo de uso fazem do carro, o que mais valorizam no veículo, quanto tempo pretendem ficar com ele, quantas pessoas vão transportar, em que tipo de terreno rodam (cidade, estrada, estrada de terra), se manutenção, desvalorização, seguro e consumo são fatores importantes, se querem um novo ou um usado e quanto pretendem gastar na compra.

Pode não parecer, mas perfeição não é absoluta. Para cada caso existe um modelo mais indicado. Também peço a paciência de vocês, já que o número de consultas cresceu muito e está difícil atender todo mundo.

Um abraço a todos,

Gustavo

Riversimple quer transformar carros em serviço, como água, luz e telefone

Na semana retrasada nós trouxemos a vocês as primeiras informações sobre um carro que prometia conciliar coisas inconciliáveis segundo o comum dos pensamentos. Duas delas seriam pilhas a combustível e preços baixos. As outras seriam transporte pessoal e mobilidade. No primeiro caso, a presença de metais nobres nas pilhas as torna caras, um dos fatores que as afastam da produção em série e que vem limitando seu uso a uns poucos carros, como o Honda FCX Clarity. No segundo, o fato de as pessoas comprarem carros que levam cinco pessoas quando apenas uma, no máximo duas o utilizam regularmente lota as ruas e atravanca a circulação. O carro que pretende resolver essas questões se chama Riversimple Urban Car. E ele fará isso com uma fórmula aparentemente simples, mas na qual ninguém havia pensado até agora: transformar os automóveis em serviços, assim como internet, água, luz e telefone.



Apesar de ter sido revelado em 16 de junho, nós só conseguimos fotos do veículo muito recentemente, o que acabou atrasando esta reportagem. O RUC (Riversimple Urban Car) será uma carro bastante racional. Levará apenas duas pessoas e será todo feito de fibra de carbono, o que, além de deixar o carro leve (ele pesa cerca de 350 kg), também ajuda a tirar gás carbônico da atmosfera, minimizando o agravamento do efeito estufa. Não há dados sobre as dimensões do carrinho, mas o pulo do gato, no caso dele, é o uso de uma célula de combustível pequena, de 6 kW, o que permite deixar os custos baixos.

Além disso, ele tem freios regenerativos que recuperam até 50% da energia gasta nas frenagens (acima da média destes sistemas, que ficam em 10%) e ultracapacitores. São estes elementos que permitem ao carro acelerar de 0 a 56 km/h em 5,5 s sem exigir demais da pilha a combustível. A velocidade máxima é de 80 km/h e o RUC tem um motor em cada roda, como se diz há muito tempo que o futuro deve ser. Com estes sistemas, a economia de combustível, se se utilizasse gasolina, seria equivalente a 106,2 km/l. A autonomia seria de 320 km ou mais. Isso resolve a questão dos custos.

A questão da racionalidade vem com a proposta de transformar o carro de um bem durável, ainda que sujeito a depreciação, em um serviço. Como serviços têm de ser bem prestados, o veículo seria poupado de reestilizações, novos equipamentos e coisas do tipo. Cada RUC tem vida útil prevista de 20 anos. Assim como telefones celulares, haveria pacotes diferentes de serviços. Um deles seria o de um leasing por três anos, com pagamentos mensais de 200 libras esterlinas (cerca de R$ 650). Os custos incluiriam seguro e despesas com abastecimento.

Em outras palavras, a cada vez que um RUC for abastecido com hidrogênio, a conta vai para a Riversimple. Isso, segundo declarações de Hugo Spowers, responsável pelo projeto, fará a empresa sempre buscar modos de tornar o carro mais econômico ao longo de toda a sua vida.

Se ao final dos três anos o "contratante" do RUC não quiser mais ficar com o carrinho, ou quiser pegar um modelo diferente, basta que ele devolva o carro à Riversimple. Ele voltará ao mercado como um carro usado também por meio de leasing. Isso, além de tudo, também elimina a preocupação em vender o carro para comprar um novo.

A ideia da Riversimple, como se vê, é revolucionária, mas este é o tipo de revolução que não deve assustar ninguém, uma vez que ela beneficia a todos (menos os saudosistas). Em primeiro lugar, ela garante a liberdade de escolha de deslocamentos inerente a um automóvel. Em ônibus ou trens, o passageiro "pega carona" e vai onde estes meios o levarem, sem poder interferir no roteiro. Em segundo, ele é racional, uma vez que o carrinho tem apenas dois lugares e é leve, o que minimiza os gastos com combustível (mesmo hidrogênio, limpíssimo, tem um custo para ser produzido). Em outras palavras, ele ocupa pouco espaço nas ruas, gasta pouco e emite apenas água. Em terceiro, ele elimina as preocupações com venda de carro, manutenção (incluída nas prestações mensais) e desvalorização do veículo. O que a Riversimple quer vender é o que interessa à maior parte dos apaixonados por automóveis: a liberdade de ir onde der na telha.

Segundo Spowers, cinco protótipos serão construídos no fim do ano que vem. Depois dos testes iniciais, 50 carros serão fabricados até o final de 2011, passando às mãos de clientes comuns, em cidades britânicas, em 2012. Depois disso, ainda não se sabe que rumo a história tomará, mas estamos tentando falar com Spowers para trazer a vocês mais novidades.

A cobertura deste bolo é o fato de que o carro será desenvolvido com base em um "código aberto", como alguns softwares gratuitos, como o Linux. Trocando em miúdos, se alguém aqui no Brasil quiser desenvolver um veículo parecido, sobre as mesmas bases de utilização, ele não vai precisar pagar à Riversimple nenhum centavo.

De acordo com a empresa, isso ajudará a ideia a se disseminar pelo mundo sem a mesma estrutura que um fabricante tradicional teria de ter para conseguir o mesmo efeito. Essa pode ser a tendência para os próximos anos no mundo automotivo. Se a ideia pegar, ela tende a se tornar hegemônica. Basta lembrar de como era a telefonia quando era preciso comprar uma linha telefônica e no que ela se transformou hoje: um serviço acessível a todos, levando em conta o bem maior da comunicação. Pelo bem da mobilidade individual, fazemos votos de que Spowers tenha sucesso na empreitada.












Fonte: Riversimple

OFICIAL! - Projeto Viva, da Chevrolet, dará origem ao Agile

O novo carro pequeno mundial da Chevrolet não será chamado de Viva, como esperávamos. É uma pena, já que este nome estava se tornando querido por muitos. No lugar dele, a GM resolveu adotar o nome Agile, que poderá ser confundido com o Opel Agila, mas por que dar a um carro um nome simples e original se dá para complicar, não é?



O nome real apareceu pela primeira vez no Chevrolet Blog no começo deste mês e foi confirmado neste final de semana na coluna Radar, da revista Veja. Com isso, a GM resolveu tornar o nome oficial hoje, no site do novo carro, o www.elnuevochevrolet.com. Ali há um vídeo que cita a maior parte dos sites que publicaram informações sobre algo do novo carro, incluindo o Argentina Auto Blog, um dos sites mais importantes de carros da América do Sul e sempre um passo à frente em informações sobre o projeto Viva. Hoje, por exemplo, ele trouxe o nome oficial e imagens do novo carro, feitas pelos leitores Adrián Mitteroder e Santiago Fassio. Espiem abaixo.







Para quem quer ter uma ideia melhor de como o carro poderá ser, Jorge Luis Fernández nos oferece boas projeções.





O nome Agile, já confirmado pela GM, foi sendo endossado antes disso por diversas fontes, como o site oficial do carro, (www.chevroletagile.com.ar, que hoje de manhã não trazia nada, mas, depois da revelação do nome oficial, ganhou a mesma cara do www.elnuevochevrolet.com. Veja abaixo as imagens dos sites que ajudaram a confirmar o nome Agile antes da revelação oficial, inclusive do site do INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial), que mostra o registro do nome do carro em março de 2008.






O Agile deve ser produzido também nos EUA, além de na Argentina. Na Terra do Tio Sam, ele deve substituir o Aveo, algo que a revista Motor Trend já confirmou. As fábricas de Lake Orion, Michigan, Wilmington, Delaware, e Shreveport, Louisiana, estão entre as mais fortes candidatas para produzir o novo carro.

A plataforma do Agile deve ser a Gamma II, a mesma usada pelo Corsa D, a quarta geração do Corsa. Isso se não tiver sido substituída pela plataforma do Corsa atualmente à venda no Brasil, para redução de custos. Em se tratando da GM, nunca se sabe.

Seja como for, o novo Agile deve ter um entreeixos de 2,51 m, o que o colocará no segmento dos compactos premium, ao lado do Ford Fiesta novo (esperemos que ele desembarque aqui sem alterações, nem remendos) e do futuro VW Polo, que deve se parecer com a quinta geração, mas usar a plataforma atual, algo que é fácil, considerando o entreeixos igual das plataformas PQ24 (atual) e PQ25 (nova). Os motores devem ser os mesmos usados no Corsa até pouco tempo atrás, o 1,4-litro de 105 cv com álcool e o 1,8-litro com aperfeiçoamentos. Comenta-se que ele chegará a 129 cv.

Além do hatchback do Agile, em três e cinco portas, podemos esperar também por um sedã, uma picape, uma minivan e um utilitário esportivo pequeno inspirado no conceito GPix.

Fontes: Chevrolet Blog, Argentina Auto Blog e General Motors