Audi revela imagem oficial do novo Q1


Essa é a primeira imagem oficial do novo Audi Q1, segundo a revista britânica Auto Express. Ainda sem confirmação oficial da marca, a imagem mostra o menor SUV da marca, com cerca de 4 m, 1,75 m de largura e 1,57 m de altura, com estreia prevista para o começo de 2016.

Seguindo a cartilha da BMW, de usar números pares para modelos no estilo cupê, haverá também o Q2, baseado em um conceito mostrado no Salão de Paris de 2012, o Crosslane Coupé. Este modelo será maior, com 4,25 m de comprimento, 1,90 m de largura e 1,50 m de altura. O entre-eixos de ambos terá 2,55 m.

A plataforma do novo utilitário será a já famosa MQB, modular, que servirá também ao novo Polo, previsto para estrear em 2015, e à segunda geração do A1, também prevista para 2016.

Fonte: Auto Express

Como deve ser o novo Volvo XC90

Os próximos Volvo S80, o Coupé e o XC90, além do Geely EC9, terão todos a mesma plataforma: a SPA, ou Scalable Product Architecture. O XC90, primeiro utilitário da Volvo, chegará a sua segunda geração com um estilo mais moderno. Segundo o site Auto.Ifeng, da China, será assim:



A projeção, pobrinha e feita sobre um XC90 atual, talvez não faça justiça ao carro verdadeiro, mas é questão de aguardarmos. O carro dará o ar de sua graça em 2015.


Novo Focus segue uma estratégia perigosa


O Hyundai i30 foi um sucesso de vendas. Oferecia muito por relativamente pouco e conseguiu a proeza de, sendo importado, dominar um segmento repleto de modelos nacionais. Mas o sucesso subiu à cabeça. Sua segunda geração veio sem muitos recursos, como os freios a disco na traseira e a suspensão multibraço, com um motor menor e mais caro. O sucesso acabou. Esse é o risco que a terceira geração do Focus corre. Ela pega o bastão de um modelo que é campeão de vendas, mas com uma concorrência igualmente cara. Nasce maior, mas menos espaçosa que sua antecessora, mais cara, com um desempenho abaixo do esperado pela ficha técnica e sujeita a mudar em poucos meses no exterior. As perspectivas dependem mais de sua concorrência do que deste Ford em si.

O Focus já foi flagrada em testes no exterior com a nova dianteira, o chamado "bocão". Ela deve estrear na Europa em 2014 e ficar com a aparência que o Argentina Autos Blog mostrou abaixo.


Segundo a Ford, a cadência de atualizações leva cerca de 18 meses, por questões industriais. Deste modo, se a nova dianteira estrear em março do ano que vem, no Salão de Genebra, ela estará no Brasil por volta de setembro de 2015. Podia ser antes. Ao lado do Fusion e do New Fiesta, o Focus parece meio deslocado.

Preços
A versão de entrada do novo carro, a S, começa em R$ 60.990 e, assim como o modelo que substitui, vem equipada com um motor 1.6 Flex, mas de 135 cv. São R$ 8.000 (menos R$ 10) de diferença em relação ao modelo atual, vendido a R$ 53 mil. Com uma desvantagem de 12 litros de porta-malas (316 l, contra 328 l), 22 kg a mais (1.312 kg, contra 1.290 kg) e espaço interno menor, devido ao teto mais baixo. Os itens de série são muito semelhantes (dois air bags, ABS, ar-condicionado, direção assistida e som), com exceção do Isofix, disponível apenas no modelo mais novo, e dos freios a disco nas quatro rodas, presentes no modelo mais velho. Os traseiros da versão S são a tambor. Se a potência a mais vale esse dinheiro é algo que o consumidor deve se questionar. Infelizmente, a Ford não tinha nenhum Focus equipado com motor 1.6 para dirigirmos em Mendoza, onde aconteceu o lançamento do carro.

A versão SE, já com freios a disco nas quatro rodas, terá duas opções de motor, o 1.6, vendido a R$ 63.990, e o 2.0 com injeção direta de combustível, a R$ 72.990. Esse é o primeiro motor flexível do mundo com a tecnologia, mas ele a aproveitou mal. Em vez de usar a tecnologia para gastar menos, o Focus a adotou para ter mais potência. Chegou a 178 cv a 6.500 rpm, mas gasta o mesmo que um Honda Civic 2.0 sem o sistema. Traz a mais dois air bags laterais, tela colorida para o sistema SYNC, de 4,2 polegadas, sensor de estacionamento, bancos de couro e controlador de velocidade. Aqui o dinheiro parece render mais.

Por R$ 6.000 a mais é possível levar nas duas versões com motor 1.6 o câmbio PowerShift, um automatizado de dupla embreagem com seis marchas, e o sistema AdvanceTrac, o controle de tração. O preço também parece salgado, considerando que um câmbio automático costuma encarecer o preço em, no máximo, R$ 4.000. A 2.0 só vem equipada com essa transmissão e traz o AdvanceTrac de série. Com o pacote Plus, que custa R$ 3.000 (R$ 75.990), o carro sai também com air bags de cortina, sistema sem chave de abertura e partida, retrovisores rebatíveis, ar-condicionado digital bizona e sensores de chuva e crepuscular.

Ao volante
O primeiro contato com o Focus exigiu apresentações. A partida é sem chave: basta que ela esteja no bolso do motorista. Difícil é achar o botão. Olhamos do lado esquerdo (onde o Citroën C4 Lounge instalou o seu), do direito e nada. Esticamos o pescoço por cima do volante e vimos que o aro o escondia. Ele fica à direita, baixo, quase ao lado do rádio. E bem escondido.

Lá fomos nós, com mais três jornalistas no carro, o que o deixou pesado. Só pudemos dirigir a versão Titanium, por 30 km e em um trecho escoltado por policiais. Os carros não estavam emplacados. A pista, plana e sem curvas, permitiu explorar muito pouco as qualidades dinâmicas pelas quais o Focus é conhecido, como o bom acerto de suspensão, mas o trecho era ideal para explorar o que toda a potência do motor promete, ou seja, velocidade final. Não quebramos as leis argentinas, fique tranquilo. Inclusive porque o carro não instiga a fazer isso. Ele demora a ganhar velocidade. Seu torque aparece em rotações muito altas e o câmbio deu a impressão de ter marchas muito longas. É natural esperar muito de um carro com 178 cv. Foi natural se decepcionar com a resposta lenta do Focus.

Infelizmente ficaremos devendo uma avaliação melhor do que o Focus oferece em termos dinâmicos quando conseguirmos abastecê-lo com etanol e rodas em ruas, avenidas e estradas brasileiras. Até lá, o que dá para dizer é que o Ford tentou copiar o exemplo de preços do i30. Para o coreano, a estratégia não funcionou muito bem. Fica a dica.

Viagem a convite da Ford






VAZOU! - Veja fotos do Geely EC9, primeiro carro com a plataforma SPA

Quando apresentou seu novo centro de desenvolvimento, o CEVT, criado em parceria com a Volvo para arquiteturas comuns às duas marcas, a Geely citou que a SPA (Scalable Product Architecture) serviria apenas a seu carro mais caro. Segundo nossas fontes, ele se chamará EC9. Segundo o pessoal do Auto.Sohu, também. E eles têm até fotos do carro, uma versão de produção do conceito KC.


Mostrada no conceito Volvo Coupé Concept, exibido no Salão de Frankfurt deste ano, a arquitetura SPA dará origem também ao S80 e ao S100, além, é claro, de uma versão de produção do belo cupê, que seria o herdeiro espiritual de outro lindo carro, o Volvo P1800. No CEVT será desenvolvida a plataforma CMA, como já informei em reportagem para o Jornal do Carro.


A única informação disponível sobre o carro, além da aparência mais ou menos conhecida, é o entre-eixos, de generosos 2,88 m. Se a traseira parece diferente da do conceito, que você pode ver mais para baixo, isso se deve à falta dos prolongamentos das lanternas na tampa traseira. Há nichos para eles na versão de produção, mas eles não estão instalados. Os motores, ainda não revelados, devem vir da Volvo. Serão da família VEA. Se não vierem da Volvo, serão Geely. Esqueça motores Ford nos futuros lançamentos de ambas as marcas. A palavra de ordem é independência e ganho de escala.




Aqui se nota bem onde os 2,88 m de entre-eixos vão contar pontos: sobrará espaço para as pernas de quem viaja atrás.



Caso você não o conheça, espie o conceito KC. As semelhanças não são mera coincidência.




Quero um carro econômico com porta-malas grande!

"Olá, bom dia!

Preciso trocar de carro e gostaria de uma orientação de um especialista. Encontrei este site no Google e espero que me clareie as idéias.
Tenho uma Chevrolet Zafira 2009/2010 que comprei em junho do ano passado. Porém, agora já está me dando alguns problemas e vi que as peças dela são muito caras. A versão é a Elegance automática.
Adoro essa minivan, mas ela também é muito gastona, por ter motor 2.0 e ser automática. Na época, acabei comprando por ser um carro com porta-malas grande. Trabalho com vendas de roupas e preciso de um bom bagageiro pra carregar arara e malas.

Estou à procura de um carro que tenha um motor que gaste menos. Estou em dúvida sobre a Fiat Palio Locker Adventure e a SpaceFox. Já pesquisei o Doblò, mas ele é muito feio...

Eu me acostumei com o câmbio automático e também queria saber se vou sentir muita diferença nos câmbios Dualogic /automatizado. Já li algo sobre serem mais econômicos.

Não gosto de sedãs. Prefiro a linha mais esportiva. E acredito que um carro com motor 1.6 seria o ideal.

Pelo jeito, não me sobram muitas opções, né? Até porque penso em gastar, no máximo, R$ 43 mil (que é o valor da Zafira que tenho).

Desde já agradeço a atenção!

Matilde C.
"

Como vai, Matilde? Obrigado por sua consulta.

Pelo que percebo, o que você precisa é de um modelo tão espaçoso quanto a Zafira, mas que gaste menos em combustível e em manutenção. Várias minivans se encaixam neste perfil. Vou citar algumas, nessa faixa de valor, que podem te ajudar.

A primeira delas é a Nissan Livina. Ela tem bom porta-malas e motor 1.6, mas apenas uma opção de câmbio, o manual. Usada, você consegue encontrá-la nessa faixa de preço. A melhor opção seria a Grand Livina, mas ela tem motor 1.8 e gasta mais. Em suma, seria trocar seis por meia dúzia.


Outra é o monovolume Honda Fit. Ele tem motores 1.4 e 1.5, ambos com opção de câmbio automático. O Fit é bem menor do que uma Zafira, mas ele tem um sistema de bancos, chamado de ULT, que permite carregar objetos longos e altos, como araras e malas. Só vai ser um problema se você precisar carregar a família e as araras ao mesmo tempo. Em economia de combustível, vai ser difícil encontrar algo tão espaçoso.



A Palio Weekend e a SpaceFox seriam boas opções de modelos familiares, mas não para o transporte de araras e malas. Elas são pequenas. A Fiat Idea eu não recomendo pelo mesmo motivo e mais um: o interior dela vai mudar, como informaram os amigos do site Autos Segredos.

Melhores do que elas são as peruas médias, como a Renault Mégane Grand Tour e a Toyota Fielder. Você pode encontrá-las nessa faixa de preço, mas o problema é que as duas já saíram de linha, o que torna a manutenção mais cara e a desvalorização mais alta. A Renault só existe com câmbio automático na versão com motor 2.0. Vai ser gastão, assim como a Zafira (um pouco menos, talvez). 

Analise as duas primeiras opções que eu citei. Acredito que alguma delas possa ajudá-la tanto no trabalho quanto no lazer.

Um abraço,
Gustavo