Dacia apresenta seu primeiro carro-conceito em Genebra, o Duster

Da plataforma B0, que já deu à luz o Logan e o Sandero (sob o emblema Dacia, na Europa), também se esperava o nascimento de um crossover, ou seja, de um veículo com proposta off-road leve. Mais estilo que funcionalidade, como o Ford EcoSport e os aventureiros de butique do mercado. Apesar de a versão de produção em série ser certamente muito diferente, pode-se esperar que o nome deste veículo continue o mesmo do conceito que a Dacia e a Renault acabam de apresentar. Ele se chama Duster e será a grande estrela das marcas no Salão de Genebra. É um conceito que se transformará em realidade muito em breve.



O Duster tem 4,25 m de comprimento, 1,50 m de altura, 1,64 m de largura e um entreeixos impressionante de 2,80 m. Se ele mantiver essa medida generosa quando chegar ao mercado, o que não é nem um pouco difícil, ele chamará um bocado de atenção, além de vender na mesma medida. Isso porque, como acontece com todos os derivados da plataforma B0, o preço será baixo, especialmente se comparado ao dos concorrentes.

Além do enorme espaço interno que o carro oferece (e que inclui um porta-malas de 470 l), o conceito também tem um desenho extremamente ousado e agradável. Ele tem efetivamente quatro portas, ou seja, a tampa traseira, duas portas do lado direito (com direito a porta traseira suicida) e apenas uma do lado direito. O coeficiente de penetração aerodinâmica, ou cx, é de apenas 0.30, o que ajuda o motor turbodiesel 1.5 dCi a emitir apenas 139 g/km de CO2 e um consumo de 18,9 km/l. O motor gera 105 cv (77 kW) e 240 Nm a 2.000 rpm e é casado a uma caixa de câmbio manual de seis marchas.

O Duster pode atingir os 100 km/h partindo do 0 em 9,6 s, o que, com seus 1.300 kg e seu motor a diesel, mostram que ele tem um comportamento bem animado, reforçado visualmente por suas rodas de liga-leve de cinco raios e aro 21", além dos pneus 245/35 ZR21.

A versão de produção do crossover deve chegar ao mercado em 2010. E, a exemplo do Sandero, deve chegar primeiro ao Brasil. Isso porque a Renault já deve ter se cansado de ver o EcoSport reinar sozinho no segmento de utilitários pequenos e quer uma fatia. Grande, de preferência. O Duster pode ser a resposta para os anseios da marca francesa.





















Fonte: Renault

Magna Steyr mostra ser capaz de fazer carros elétricos com o Mila EV

O maior fornecedor do mundo, a Magna Steyr, é capaz de fornecer até a produção de carros, como ela já faz com Mercedes-Benz e Chrysler. No Salão de Genebra deste ano, a empresa apresentará o Mila EV, um carro completamente elétrico. Veja abaixo:



O carro é impulsionado por um motor elétrico de 67 cv (49 kW) e por baterias de íons de lítio que podem ser inteiramente recarregadas em 2,5 horas. A autonomia do Mila chega a 150 km.

A Magna Steyr não pretende produzir o carro, mas sim produzir e fornecer algumas de suas peças a fabricantes de veículos. A Ford, por exemplo, com quem a Magna Steyr tem um acordo de desenvolvimento de um veículo totalmente elétrico até 2011. Ser um fornecedor deve ser uma boa coisa. Especialmente o maior de todos.

Fonte: Autonews.com via World Car Fans

O Volt conhece seus primos, Opel Ampera e Holden Volt

Vocês, leitores do MotorDicas, já sabem que o Chevrolet Volt é uma das maiores apostas da história da GM. E a aposta é tão alta que a GM acaba de revelar que se trata de uma aposta global, já que o Volt provavelmente chegará ao mercado com todos os seus primos-irmãos, o Opel Ampera e o Holden Volt. Até agora.






Todas estas apresentações recentes revelam a estratégia da GM para o trem de força Voltec, elétrico de autonomia estendida: escala. Altíssima escala de produção no menor período de tempo possível, para tornar as peças e baterias tão baratas quanto possível. Especialmente depois de um estudo idiota dizer que carros elétricos de autonomia estendida não são economicamente viáveis, como se toda tecnologia, em seu início, não fosse considerada inviável. A gasolina um dia foi, além de perigosa.

Tanto o Ampera quanto o Volt australiano seguirão os passos do Chevrolet, ou seja, serão capazes de rodar os 60 km iniciais apenas com a carga de suas baterias de íons de lítio. Essa quilometragem é suficiente, segundo a GM, para que 78% dos motoristas norte-americanos não gastem uma gota sequer de combustível em seus deslocamentos diários. O mesmo serve para os australianos e europeus.

Se a carga das baterias cair muito, um motor turbo e flexível em combustível de 1,4 litro, pertencente à Família 0 e usado em modelos europeus da GM, funcionará como um gerador de energia elétrica. Com ele, o Volt consegue ampliar sua autonomia para 1.030 km. A máxima é limitada a 161 km/h, para preservar as baterias de íons de lítio, mas poderia ser mais alta, considerando o motor elétrico de 150 cv e incríveis 370 Nm de torque.

Com esse sistema, levando em conta a distância média percorrida pelos motoristas norte-americanos por ano, de 22 mil km, o Volt consegue poupar 1.900 litros de gasolina. Tanto ele quanto seus primos, diga-se de passagem.

A produção do Volt começa só em 2010, talvez até no primeiro trimestre de 2011, mas já sabemos o que esperar: um notchback (carroceria de "dois volumes e meio", ou seja, com formato de sedã, mas com tampa traseira) com quatro lugares, 301 l de porta-malas, 4,40 m de comprimento, 1,80 m de largura, 1,43 de altura e um entreeixos de 2,69 m. Tomara que, dentro dessa estratégia global, o Brasil esteja incluído, mas o mais provável é que nosso mercado, meio blindado à crise mundial, também esteja protegido contra as novas tecnologias...


















Fonte: GM

Quinta geração do VW Polo aparece nas paredes do Palexpo

A quinta geração do VW Polo realmente surgirá na edição deste ano do Salão de Genebra. Isso é o que a imagem abaixo, tirada de um dos muros do Palexpo, centro de exposições de Genebra, acaba de confirmar, ainda que ela não nos permita dizer muito sobre o carro. A informação mais importante, de todo modo, está ali: o novo Polo está chegando!



Construído sobre a plataforma PQ25, a mesma do Skoda Fabia e do Seat Cordoba, o novo Polo provavelmente terá, além do hatch, as versões sedã e perua, não necessariamente na Europa, mas por aqui.

Os motores serão basicamente os mesmos que já temos por aqui, ainda que não tenhamos o diesel nem o 1,4-litro. São três unidades a gasolina (um 1,2-litro de três cilindros e 70 cv, ou 51 kW, e dois quatro-cilindros, 1,4-litro e 1,6 litro, respectivamente com 85 cv, ou 63 kW, e 105 cv, ou 77 kW) e três a diesel (um 1,4-litro que gera 80 cv, ou 59 kW, e um 1,9-litro com duas potências diferentes: 90 cv, ou 66 kW, e 105 cv, ou 77 kW). Genebra revelará em breve um de seus maiores segredos. Ela já deu uma pista nas paredes do Palexpo, mas nós queremos mais!

Fonte: AutoWeek.nl via LeBloAuto

Renault Mégane III Sport Tourer aparece em rua de Lisboa sem disfarces

Propagandas e filmes de lançamento de novos carros devem normalmente ser feitos em áreas desertas. Quando são feitos nas ruas de uma grande cidade, como Lisboa, em Portugal, sempre se poderá contar com um apaixonado por carros com sua câmera prontinha para registrar o momento. Isso é o que aconteceu com Nando.PT quando ele viu o novo Renault Mégane III Sport Tourer, prestes a ser apresentado oficialmente no Salão de Genebra, no meio de uma rua da capital portuguesa.



O nome Sport Tourer representa bem o estilo ousado da nova perua, com lanternas traseiras transparentes em algumas de suas partes e uma linha de cintura alta, que promete um veículo de alta performance. Os motores devem ser os mesmos usados pelo Mégane III, ou seja, cinco a gasolina (dois 1,6-litro de 100 cv e de 110 cv, um 2-litros de 140 cv e dois motores turbinados, o 1.4TCe, de 130 cv, e o 2.0TCe, de 180 cv) e sete unidades turbodiesel (todas 1.5 dCi, gerando respectivamente 85 cv, 90 cv, 105 cv, 110 cv, 130 cv, 150 cv e 160 cv). As dimensões e o tamanho do porta-malas só sairão na semana que vem, o que não está tão longe assim.







Fonte: AutoHoje.com via CarScoop