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A lógica, neste caso, apontava para o 1,9-litros porque o Stark apresentado na edição de dois anos atrás do Salão do Automóvel usava um motor 1,8-litro flex da Volkswagen. Segundo o diretor-presidente da TAC, Adolfo Cesar dos Santos, este motor foi usado na época porque os movidos a diesel então disponíveis no mercado eram pesados demais, além de estarem com os dias contados por conta das novas normas de emissões brasileiras, equivalentes, em breve, à Euro 4 e Euro 5.
Os volumes da TAC, que devem chegar em três anos a 100 unidades por mês, seriam insuficientes para que a FPT investisse na nacionalização do motor, que também é fabricado em Foggia, na Itália. Portanto, além de atender ao Stark, ele também vai equipar modelos novos da Iveco e possivelmente da Fiat. Nossa aposta é que eles entrem no Campagnola e no Massif, além de em algum produto da Iveco.
Como a produção do carro depende do fornecimento do motor, e o S23 só começa a sair da linha de produção no começo do ano que vem, há um novo prazo para a chegada do Stark ao mercado. Depois de prometido para outubro do ano passado, ele agora deve entrar no mercado no segundo semestre de 2009.
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Fonte: TAC e FPT