Chevrolet Sonic chega ao Brasil por R$ 46.200

Importado da Coreia do Sul, o novo Chevrolet Sonic finalmente chega ao Brasil. Eis os preços:

Sonic Hatch LT: R$ 46.200
Sonic Hatch LTZ: R$ 48.700
Sonic Hatch LTZ automático: R$ 53.600
Sonic Sedan LT: R$ 49.100
Sonic Sedan LTZ: R$ 51.500
Sonic Sedan LTZ automático: R$ 56.100





Eis o DoniRosset, a primeira joia automotiva sobre quatro rodas

Na semana passada, adiantamos que mais um superesportivo brasileiro estava saindo do forno. Depois do Vorax, chegou a vez do DoniRosset. E eis as primeiras fotos do carrão, mostrado hoje pela primeira vez ao público e à imprensa, em um evento no restaurante Trinitá Gastronomia, em São Paulo. Veja abaixo as primeiras fotos oficiais, feitas pelo talentoso fotógrafo Leo Sposito:



O detalhe da bandeira não é ufanismo bobo, mas sim algo que permeia toda a proposta do carro. Ele é brasileiro, feito por brasileiros e para até 50 brasileiros com pelo menos R$ 2 milhões na conta corrente. Ou debaixo do colchão, tanto faz. A partir do emblema, a rubrica do empresário Donino Rosset, feita em ouro amarelo com duas esmeraldas ao lado (sim, verde e amarelo), uma faixa nas mesmas cores sobre o painel dianteiro em direção à base do para-brisa. Ela aponta a posição do motorista, central, o que deve facilitar as vendas do carro também em países de mão inglesa. Ao lado dele, dois lugares. A proposta lembra a de um carro revolucionário, o McLaren F1.



Notou as luzes? São de LEDs e já funcionam. Aliás, o carro todo funcionaria, não fosse o cuidado que os pais da criança estão tendo com ele. Depois de apresentado oficialmente, o DoniRosset será todo desmontado e terá moldes de suas peças tirados para a construção de mais um protótipo. Isso permitirá os testes em pista sem o risco de vermos todo o trabalho no carro (35.000 horas de desenvolvimento) jogados no lixo por qualquer acidente.


As cinco saídas de escapamento se devem aos dez cilindros do motor de 8,4 litros, o mesmo usado no Dodge Viper. Só que o do DoniRosset terá mais de um toque nacional: usará etanol e terá dois turbos, o suficiente para ele chegar aos 1.007 cv. A estrutura do carro, que já mostramos por aqui, será um spaceframe em alumínio, lindo de ver por si só, recoberto por peças de fibra de carbono. As que estão no carro já são do material, segundo os donos do projeto.




O painel do DoniRosset definitivo será exatamente igual a este, com uma tela de TFT. É a mesma tecnologia usada nos Jaguar, Land Rover e, mais recentemente, no Lamborghini Aventador.










Aqui estão as assinaturas de todos os envolvidos no projeto: Fernando Morita, Clóvis Augusto Souza, Alexandre Hirata, Lucas Rodrigues e Guilherme Venturi.



É essa peça na dianteira do carro que será feita em ouro, provavelmente 24 quilates. Duas pedras de esmeralda serão colocadas ao lado direito do emblema (para quem o vê de frente). Ainda há um bom caminho a percorrer antes que o carro definitivo seja entregue e que as outras 49 unidades passem a ser fabricadas. Já existe uma lista de pretendentes ao carro, mas não é só daí que o grupo espera apoio para colocar o carro na rua. Investidores e fornecedores de peças também serão muito bem-vindos daqui em diante. E, quanto mais rápido se envolverem com o negócio, mais rápido o carro tende a terminar a fase de desenvolvimento. Realidade, de todo modo, ele já é.

Fonte: DoniRosset

Queda de IPI e aumento do dólar. Muita coincidência...

Essa moda de mudar as regras do jogo enquanto ele está rolando já deixou o Brasil com uma imagem horrorosa no exterior. É coisa de quem não honra contrato, de quem gosta de ganhar no tapetão, mas é pior ainda. Mesmo quando parece bom para o consumidor.

Essa recente redução de IPI, por exemplo. Chegou e fez os preços dos carros brasileiros caírem bastante. Mas e os importados? Houve aqueles que tiveram boa redução de valor, como os JAC, mas também houve quem não conseguisse dar um desconto expressivo. Caso da Kia, que aumentou o preço um dia antes de o IPI cair. Houve quem visse nisso uma malandragem da Kia, que já devia saber da redução. Aí ela teria aumentado o preço só para não ter de dar muito desconto. Cá entre nós, faz algum sentido?

Se uma redução de preços fosse possível, ainda mais quando diversas outras empresas reduzem preços em até 10%, que vantagem a Kia teria em manter seus preços iguais? Nenhuma. O que explica o caso são estoques e dólar em alta.

Todo importador com boas vendas, sem estoques, vai sofrer com a alta do dólar imediatamente. Tudo porque o preço dos automóveis subiu, de uma tacada, 17,4%  em dólar. Foi isso que representou o aumento da cotação da moeda americana de R$ 1,70 para R$ 2,00. Diversos produtos da Kia estão com fila de espera por conta de a fábrica não conseguir atender os volumes de pedido do importador brasileiro. Mas não foi para falar da coreana que escrevi isso, mas sim para refletir sobre a redução do IPI.

Se, depois de aumentar o IPI dos importados o governo agora parece legal em reduzir o IPI também para eles, repense. E lembre-se do aumento do dólar. De um jeito ou de outro, você continuará com acesso mais difícil a modelos fabricados no exterior. Eles continuarão a não ser mais tão competitivos. E corremos, mais uma vez, o risco de ver os modelos nacionais oferecendo menos por mais. De ter alguma reserva de mercado. Enfim, de continuarmos a pagar muito mais por mobilidade do que em qualquer país do mundo. E de elevar o valor das remessas de lucros para o exterior. Pelo menos até termos uma fabricante verdadeiramente nacional, se é que isso, algum dia, vai acontecer.

Dacia Citadine talvez se chame Towny. E vem para o Brasil

O sucessor do Clio no Brasil não será o Clio IV que será apresentado este ano no Salão de Paris. Para cá, o que teremos, até 2014, é o Clio atual mexido pela quarta vez, como já revelou o site Autos Segredos. Depois disso, o que virá é o Dacia Citadine, ou Towny, como já o chamam na França. Deve ser o nome que ser firmará como o definitivo, já que aponta uma nova tendência de nomes para a divisão de baixo custo da Renault. A minivan, chamada de Popster, enquanto estava em projeto, acabou se chamando Lodgy. Lodge, em inglês, significa cabana, ou uma casa rústica, que é um pouco o que a minivan, enorme e sem nenhuma sofisticação, será também por aqui, e ainda este ano. Towny vem de Town, ou cidade, em inglês. Seria, portanto, o carrinho urbano da marca, o "citadine". Veja abaixo as projeções do site L'Argus.



A dianteira, como se pode notar, é a mesma da Lodgy e deve se tornar a nova identidade da marca. Em outras palavras, espere vê-la também na segunda geração de Logan e de Sandero. Com cerca de 3,70 m, cinco lugares e cinco portas, ele será um concorrente para o VW up!, para o Fiat City Car e os demais modelos baratos planejados para o Brasil. Custa 25% menos do que o Sandero, o que situará seu preço no Brasil em torno de R$ 20 mil. Como o Sandero, um médio concorrendo com compactos, ele será um compacto concorrendo com subcompactos pelo mesmo preço. Terá cerca de 800 kg e deve ser fabricado, segundo o site francês, sobre uma plataforma inteiramente nova, diferente da B0, que serve a Logan, Sandero e Lodgy. Apostamos que será a plataforma V, já usada pelo Nissan March. E que será fabricada no Brasil também em 2014, na futura fábrica de Resende, no Rio de Janeiro. Coincidência?

Fonte: L'Argus


Ferrari SP12 EC. Como Eric Clapton

Este é o nome da Ferrari 458 Italia modificada especialmente para um dos maiores guitarristas do mundo. A sigla SP12 significa que este é o 12º projeto especial (Special Project) feito pela marca italiana para clientes importantes e fieis. Veja as fotos do carro ao lado de seu dono.




Se ela te faz lembrar de algum carro, seria a Ferrari 512 BB. Clapton teve três exemplares deste carro. Como a marca não o faz mais, o músico fez um para ele. E é só um, o que deve mandar o preço do modelo às alturas, quando ele, um dia, for leiloado.

Fonte: Ferrari