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TAC Stark, o jipinho catarinense, terá motores Fiat

O TAC Stark fez sua primeira aparição ao grande público no Salão do Automóvel de 2006. Ali, o presidente da empresa anunciou que o carro seria o primeiro jipe com motor flex do Brasil, mas ele demorou tanto a aparecer que o Mitsubishi Pajero TR4 ganhou a primazia. Depois disso, o carrinho aparecia aqui e ali, mas produção que é bom, nada. Pelo menos até o anúncio de que, na terça-feira da semana que vem, a TAC assinará seu contrato para fornecimento de motores. E quem vai fornecê-los é a FPT, ou Fiat Powertrain.



Como a idéia do jipe sempre foi a de usar um motor flexível, e o Stark, de início, foi apresentado com um motor 1,8-litro Volkswagen, tudo aponta para o novo motor 1,9-litro (1,85-litro, no máximo, mas vá lá...) de 130 cv com gasolina e 132 cv com álcool que a Fiat adota no Linea e que deve, em breve, passar aos outros carros da marca italiana que hoje usam o 1,8-litro de origem GM. Outra possibilidade, mais remota, é o uso de motores 1,6-litro Tritec, mas o aspirado é fraco para um jipe e o turbo é complexo demais para uso no fora-de-estrada.

Se a opção fosse por um motor a diesel, a FTP também teria boas opções, mas seriam importadas, o que encareceria o jipinho nacional, que faz jus a essa motorização por ter tração nas quatro rodas e marcha reduzida.

Com 4,08 m de comprimento, 1,91 m de largura (contando retrovisores), 1,83 m de altura e 2,54 m de entreeixos, o Stark ainda aparece no site oficial da empresa como um veículo impulsionado pela Volkswagen. Com o acordo com a FPT, quem sabe ele não sai das intenções e chega às ruas?









Fonte: FTP (Fiat Power Train) e TAC Motors